DÚVIDAS

Itálico, aspas, negrito e/ou sublinhado em títulos e estrangeirismos
Em primeiro lugar, quero felicitá-los por este excelente meio de esclarecer os leitores. Obrigado! Aqui vai a minha questão. Quando surge a necessidade de escrever o título de um livro, de um jornal, de um artigo ou de um conto, como devo fazer? Sei que há diferenças, mas não sei bem quais elas são. Devo sublinhar, colocar em itálico ou em negrito? Em relação às palavras estrangeiras, como proceder? Devo escrever subway (em itálico) ou “subway”? Há uma regra específica para estas questões? Fico à espera da vossa resposta e aqui deixo o meu profundo agradecimento.
Artigo definido com nomes próprios
Sou curitibano e estou morando há 2 meses em Salvador. Desde minha transferência, sinto alguns sons estranhos ao ouvir o falar do pessoal que trabalha comigo. Sei das diferenças regionais, e sempre me interesso por elas, inclusive para entender suas origens. Agora, tem uma que eu não sei se eles utilizam corretamente: é o uso da preposição de. — Me passa o contato "de" Luís? — Esse carro é "de" Paula. — O telefone "de" Pedro é XXXXXX. Tentei encontrar exemplos em alguns textos e livros, mas parece que toda vez que vou com esse objetivo não consigo nada. O certo não seria — Me passa o contato "do" Luiz? — Esse carro é "da" Paula. — O telefone "do" Pedro é XXXXXX. Desde já, obrigado.
A diferença entre que e «o qual»
Gostaria que respondessem à seguinte pergunta: Qual a diferença entre que e o/a/os/as qual(ais)? Tenho estado a investigar no vosso sítio, mas até agora ainda não encontrei a resposta. Fui igualmente a alguns sítios brasileiros da Internet (porque não encontrei nenhum português) e há dois que dizem que, se que for um pronome relativo, pode sempre ser substituído por qual. Mas há certas frases em que isso me soa terrivelmente mal. P. ex.: «O rapaz "o qual" tinha medo do escuro venceu os seus obstáculos» ou ainda: «Estavas à procura do livro o qual encontrei.» Também encontrei num desses sítios a seguinte regra: quando uma preposição antecede o pronome relativo, caso [a preposição] possua uma sílaba usa-se que ou quem, caso possua duas ou mais sílabas usa-se qual. Deram os seguintes exemplos: «O homem com quem falei era muito rico» e «O restaurante sobre o qual te falei foi comprado pelo meu irmão.» Começo a ficar francamente confuso, porque não sei se isto se aplica ao português europeu e se de facto está correcto e se há mais diferenças entre o português europeu e o português brasileiro do que aquelas que são óbvias. Agradeço desde já a atenção dispensada.
Determinantes e pronomes possessivos seu/dele
Sou estudante universitária do curso de Português e Francês e tenho uma dúvida relativa à utilização dos pronomes possessivos «seu» e «dele». Quando estudei latim, aprendi que estes pronomes são utilizados em contextos diferentes, por exemplo «o seu pai» e «o pai dele» são frases que são proferidas pelos falantes como tendo o mesmo significado mas que, realmente, não o têm. Todavia, ao procurar na Gramática do Português Contemporâneo, não vejo nenhuma referência a este aspecto. Pedia, por isso, um esclarecimento, de forma a poder falar melhor português. Desde já muito obrigada.
Vírgulas antes de e e de mas
Parabéns pela iniciativa que fiquei a conhecer através de um jornal. Gostaria que me respondessem, relativamente a três dúvidas que me assaltam sempre que pego num jornal ou sebenta de estudo, que são as seguintes:  – tenho quase a certeza de, na escola primária, ter aprendido que antes das palavras e e mas não se colocam vírgulas;– que não se devem começar frases com E (...) ou com Mas... Estou enganada?
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa