Variação no uso dos verbos ter, haver e fazer
Quando posso usar o verbo ter e/ou o verbo haver? Ex.: «Tem um livro na sala.» — «Há um livro na sala.» «Tem um elefante na varanda.» — «Há um elefante na varanda.»
O uso de um ou outro é indiscriminado?
Linguagem, língua e fala
Tenho um trabalho a entregar sobre linguagem, língua e fala. Se me puderem ajudar, ficarei muito grato.
Psicadélico e psicodélico
Olá a toda a vossa equipa! Desejava saber se ambas as palavras, "psicodélico" e "psicadélico", existem em Português. Isto porque em alguns dicionários encontro "psicodélico" e noutros "psicadélico". Sei que no Brasil e em Espanha a forma "psicodélico" é, de um modo geral, a utilizada.
Obrigado.
Amo-te a ti
Esta expressão faz parte da letra de uma conhecida canção, mas é um bocado redundante. Queria saber se faz algum sentido à luz das regras gramaticais em vigor na língua portuguesa.Já agora, existem as formas "amo-te a mim" ou "amo-me a ti"?
O -am e o -em no final das palavras
Como dizer a um aluno de 3.º ano de escolaridade que o -am ou o -em no final das palavras representam ditongos, se a definição de ditongo dada pela professora foi «são duas vogais que se pronunciam de uma vez só»?Muito obrigada!
A origem do nome Mafalda
Gostava de saber qual a origem do meu nome. O que encontro na Net é o seguinte: «de origem germânica, variante de Matilde, guerreira que combate com energia. Dócil e sincera, sente-se feliz quando conquista a simpatia dos outros. Por isso, faz tudo para agradar aos amigos e não se importa de ouvir suas lamentações. Muito conservadora, coloca a família acima de tudo.»
A ser verdade qual a forma original?
Obrigada.
A construção passiva «Corre(m)-se riscos»
«Corre-se riscos.»
«Correm-se riscos.»
«Riscos são corridos»?
Ou «correr risco» é estar exposto a perigo, a risco, e portanto não é o risco que corre ou que é corrido — a pessoa é que fica exposta ao risco, que corre o risco. Nesse caso, o correto seria «corre-se riscos»!
Este/esse – aquele
A minha dúvida está relacionada com o uso das palavras este e esse. Já li e reli a resposta que deram a uma consulta anterior sobre este/esse tema, mas não fiquei esclarecido. A questão é esta:
Na Gramática de Celso Cunha e Lindley Cintra, lê-se assim: «Para aludirmos ao que por nós foi antes mencionado, costumamos usar também o demonstrativo esse.» De seguida usa-se como exemplo uma frase de um livro de Alves Redol. Provavelmente não entendi bem o que estes ilustres mestres da Língua queriam dizer. Será que a ideia é que nestes/nesses casos tanto se pode usar isto como isso? Que depende somente do gosto do autor?
Peço o favor de me esclarecerem acerca deste/desse assunto.
A construção «dar a» com infinitivo
Examine-se a seguinte frase:
«Confrontado com a verdade, o coronel finalmente se deu a conhecer.»
Peço a gentileza de que seja feita a análise sintática da oração «o coronel finalmente se deu a conhecer».
[...] [P]ergunto ainda se a expressão «deu a conhecer» em «Ele nos deu a conhecer o objeto da discussão» é uma locução verbal? Se não, como se analisariam sintaticamente os termos oracionais «nos» e «a conhecer»?
Obrigado.
Palavra para rimar com lâmpada?
Queria saber se existe alguma palavra que rime com a palavra "lâmpada". Agradeceria se houvesse resposta.
