O significado da expressão «Fresco como uma alface»
Gostaria de saber o que significa a seguinte expressão: «Fresco como uma alface.»
«Direito registal» e «direito registral»
Sendo certo que, no português europeu, se utiliza a palavra registo e não registro, gostaria de saber se as palavras daí derivadas devem ou não conter o r na última sílaba. Isto é, deve falar-se em «direito registal», ou em «direito registral»? Na linguagem jurídica, os autores europeus utilizam ambas as formas. Qual deve considerar-se mais correcta?
Andar aos gambozinos
O que significa "gambozino"?
O predicado e o predicativo do verbo ser
Gostaria que procedesse à análise sintática desta frase: «Aquele carro é meu.»
Gozar com alguém
Uma pessoa «goza com alguém» ou «goza de alguém»?
Algarismos romanos: origem dos caracteres
Gostaria de saber se há razão para que os caracteres 'C - D - I - L - M - V - X' representem os números a que se referem ou se a escolha foi mera convenção romana.
Grato.
O significado e a origem de «tratos de polé»
Agradeço que expliquem o significado e origem da expressão «tratos de polé». Obrigada.
A diferença entre pesquisa e procura
Em primeiro lugar, tenho uma questão que julgo simples: qual é a diferença entre pesquisa e procura? Esta definição vem da necessidade de definir a função de um browser, a que chamamos navegador, que tem a particularidade de permitir pesquisar/procurar informação de modo passivo.
Em segundo lugar, qual é a diferença entre substantivo concreto e substantivo abstracto?
Já vi a definição de que um substantivo concreto nomeia objectos concretos; i. e., objectos que se conhecem através dos sentidos. Porém deus é considerado, nalgumas gramáticas, um substantivo concreto.
«Realidade» é um substantivo concreto, ou abstracto? De facto, eu interajo com a realidade através do sentidos e das acções. Eu posso distinguir o que é real do que não é real — isto é, do que é ideal. Consigo distinguir a realidade da ideia. Então realidade é um substantivo concreto, e ideia, um abstracto? Formulo a questão de um modo ingénuo, mas pretendo com isto entender como se distinguem os substantivos.
Já reparei que a distinção entre substantivo concreto e abstracto não é coerente nas respostas pertinentes que encontrei no Ciberdúvidas: 26/02/1999, 26/11/1998, 02/01/2002, 19/03/2003 e 21/10/2004.
A minha questão, portanto, pode resumir-se a isto: é possível definir consistentemente como se classifica um substantivo, ou é sempre necessário convencionar excepções, tal como deus, espírito e alma?
Finalmente, deixo um nota: gostava que melhorassem o vosso sistema de pesquisa (entenda-se activa), porque o número de entradas no Ciberdúvidas avulta, e essas entradas podem ser distinguidas por categorias.
Obrigado pelo vosso trabalho!
Astrofobia, astrapofobia, brontofobia e ceraunofobia
Dos termos astrofobia, astrapofobia, brontofobia e ceraunofobia, qual o mais correcto para a «fobia a relâmpagos»?
Mal e mau
Conheço a regra prática de usar mau quando o sentido oposto é o de bom, e mal quando a antítese é bem, mas deparei com um exemplo que parece contradizê-la: a expressão «o que há de mal nisso» soa-me correta, a despeito de «o que há de bem nisso» soar estranho. Afinal, é correto dizer «o que há de mal» ou é preciso usar «o que há de mau»?
