«Quero informá-la de que...»
Qual o correto: «Quero informá-la que a partir de...», ou «Quero informá-la de que a partir de...»?
Sobre a formação do plural
Encontro-me na Polónia por razões profissionais, onde recentemente comecei a dar lições privadas de Português a alunos do ensino universitário. Uma aluna solicitou-me informação acerca de formas plurais menos comuns ou irregulares (não sei se será o termo correcto). Uma vez que aqui é difícil encontrar literatura sobre o assunto, fiz uma pesquisa na Internet, bem como no vosso “website”, mas que se revelou infrutífera. Agradecia portanto, se me pudessem fornecer alguma informação com exemplos acerca deste tema, ou se existe alguma página na Internet que os contenha.
O uso da preposição entre com o verbo comparar
Gostaria de saber se o uso da preposição entre é adequado com o verbo comparar nos exemplos a seguir:
«Compare o tratamento dado à mulher, ao homossexual e ao idoso "entre" nossa cultura e outras.»
«Estabeleça comparação "entre" o tratamento dado à mulher, ao homossexual e ao idoso em nossa cultura e em outras.»
Agradeço a atenção.
Acento circunflexo em palavras como flor, cor e pôr
Gostaria que me esclarecessem a seguinte dúvida:
Alguma vez na história da nossa língua palavras como flor, cor e por foram escritas com acento circunflexo, i.e. "flôr", "côr" e "pôr"?
E se sim, ainda hoje se pode escrever?
Obrigada.
A diferença semântica entre «ao menos» e «pelo menos»
Gostaria de saber se o uso de «pelo menos» e «ao menos» é indiferente. Tenho lido em noticiários que «ao menos 10 pessoas morreram». Costumo usar «pelo menos» só para quantificar. Estariam certas as frases abaixo?
«Pelo menos 10 pessoas morreram.» «Ela não virá à festa. Ao menos foi o que me disse.»
Muito obrigada.
Os coletivos de foguetes, cebolas, alhos e lenha
Coletivos das palavras foguetes, cebolas alhos e lenha.
Actos de fala e exemplos
Gostaria que me esclarecessem sobre os vários actos de fala e exemplos.
Obrigada!
Pretérito mais-que-perfeito simples e composto
Sempre que leio narrativas, encontro verbos no tempo verbal pretérito mais-que-perfeito, mas fora isso é bem difícil eu encontrar o uso dele – tanto na fala quanto na escrita. Porém, analisando mais calmamente percebi que trocando o verbo no pretérito mais-que-perfeito para um Verbo auxiliar + verbo principal no particípio, o sentido da oração se torna o mesmo.
Vejam-se estes exemplos:
1 – «Quando o noivo apareceu, a noiva já chegara à igreja.» Caso eu troque o «já chegara» para «já tinha chegado», a frase tem o mesmo sentido: «Quando o noivo apareceu, a noiva já tinha chegado à igreja.»
2 – «Pálida, jogada fora de uma Igreja, olhou a terra imóvel de onde partira e aonde de novo fora entregue». Caso eu troque o «partira» e «fora» para «tinha partido» e «tinha sido entregue», a frase tem o mesmo sentido: «Pálida, jogada fora de uma Igreja, olhou a terra imóvel de onde tinha partido e aonde de novo tinha sido entregue». Por isso, gostaria de saber se será sempre correto, de acordo com a norma padrão, fazer essa troca que eu fiz e se um equivale a outro.
Obrigado.
«Chamar à atenção» e «chamar a atenção»
Quando se deve dizer «chamar a atenção» e «chamar à atenção»?
O provérbio «Quem tem boca vai a Roma»
Popularmente diz-se «Quem tem boca vai a Roma», quando a forma correta seria: «quem tem boca vaia Roma.»
Considerando ser a segunda forma a correta, qual é a explicação de «vaia Roma»?
Agradecida pela colaboração.
