O significado de epicurista
Gostaria de saber o significado da palavra epicurista. Ela tem algo que ver com filósofos?
Atingimento
Durante a leitura de um relatório, deparou-se-me o seguinte trecho:"... Aqui se avalia o grau de atingimento dos objectivos traçados, ..."
A minha pergunta é a seguinte: A palavra «atingimento» existe?
Se não, o que é que se poderia usar no seu lugar, neste contexto?
Cheguei a casa
Meu nome é Marta Strambi, moro em Curitiba, cidade no sul do Brasil. Sou formada em Arquitetura e Urbanismo, e trabalho no desenvolvimento de Sistemas de Informações Geográficas. E sou uma apaixonada por línguas, especialmente a portuguesa.
Ouvi dizer que é errado usar a preposição «em» com o verbo «chegar»: "cheguei em casa". A forma correta seria com a preposição «a»: "cheguei à casa". Sempre usei as duas formas, limitando minha atenção ao fato do verbo ser transitivo indireto e necessitar de uma preposição para ligá-lo ao objeto. A pessoa que me expôs a necessidade de usar o verbo apenasmente com a preposição «a», justificou sua colocação dizendo que o verbo «chegar» não é estático, mas dinâmico, indicando uma mudança de lugar.
Agradeço quaisquer esclarecimentos que possam me dar sobre o assunto. Muito obrigada.
Dom ou D.
Para a designação de título honorífico de um bispo deve usar-se Dom? Será desrespeitoso usar-se a abreviatura: D.?
D. é apenas utilizado vulgarmente para os reis? No nome de uma escola, por exemplo, deverá ser usado com o nome escolhido, de bispo ou rei, vivo ou não, por extenso ou abreviado?
Excepcionalização
Qual é a grafia correta: excepcionação ou excepcionalização?
Orações adjectivas, adjunto adnominal e aposto
Muitos autores assumem que todas as orações subordinadas adjetivas funcionam como adjunto adnominal.
Acredito que todas as orações subordinadas adjetivas explicativas funcionam sintaticamente como aposto explicativo; e que apenas as orações subordinadas adjetivas restritivas funcionam como adjunto adnominal; ou, quando vêm entre vírgulas, funcionam como predicativo. Estou correto?
Exemplifico na frase:
"O menino, cuja mãe é professora, foi aprovado." existe uma oração subordinada adjetiva explicativa. Ela não estaria funcionando sintaticamente como aposto explicativo, em vez de adjunto adnominal?
Outro exemplo:
O homem, mortal, age como um ser imortal. ("mortal" é adjetivo explicativo que funciona sintaticamente como aposto explicativo) O homem, que é mortal, age como um ser imortal. ("que é mortal" é oração subordinada adjetiva explicativa e também funciona como aposto explicativo).
Mas, neste exemplo:
As crianças cujos pais são carinhosos crescem mais saudáveis. (aí, sim, a frase possui uma oração. subordinada adjetiva restritiva, a qual realmente funciona como adjunto adnominal.
Por favor, esclareçam-me.
A expressão «sentir a falta de alguém»
A expressão «sinto-te a falta» em vez de «sinto a tua falta» está gramatical e sintaticamente correta? Se sim, serão intercambiáveis em termos de significado?
Desde já obrigado.
Feito de / feito em
Tenho frequentemente discussões com os meus colegas relativamente à expressão "feito de" ou "feito em". Por exemplo, enquanto eu digo "uma casa de madeira", os meus colegas dizem "uma casa em madeira" e por aí fora. Se bem me recordo, "uma casa em madeira" é um francesismo. Estarei correcta? Muito obrigada pela vossa resposta e, já agora, parabéns pela qualidade e continuação do Ciberdúvidas.
A vírgula antes do sujeito posposto
Não sei bem se ponha ou não uma vírgula antes de um sujeito posposto. O que é que o Ciberdúvidas acha? Por exemplo, a frase «Tem até alguma graça, esta diversidade toda» deve ou não ter a vírgula que lá pus? E a frase «É um irreverente, o João!» E, já agora, qual a solução se o verbo for omitido? Por exemplo, em «Tempos terríveis, os nossos!», deve ou não aparecer a vírgula? Agradecendo mais um auxílio vosso,
Os verbos auxiliares em português
Gostaria de saber por que não há terminologia específica na gramática portuguesa para os tempos compostos com verbos que não TER ou HAVER, como por exemplo nas seguintes frases: 1 – Ele vai fazer 2 – Ele está a fazer 3 – Ele vai fazendo 4 – Ele vem fazendo
Já que não vejo como podem ser os pares de verbos entendidos como locuções verbais, dado que o primeiro está esvaziado de sentido autónomo (portanto somente auxiliar), penso que já é hora de tratá-los como tempos compostos.
