DÚVIDAS

«Vamos ir», novamente
Muito agradeço a sua resposta. Para que não restem quaisquer dúvidas, pergunto se a expressão "vamos ir" pode ser considerada perifrástica e seexistem regras para o uso destas expressões ou frases perifrásticas. Sei que, pelo menos, na poesia estas frases são usadas - ".... vi claramente visto ...." (Lusíadas) –, pergunto, portanto, se em expressões do dia-a-dia será também permitido o seu uso. Lembro ainda a expressão "vamos indo" que, segundo julgo, não está contemplada nem nas frases perifrásticas nem no futuro próximo que menciona no seu ‘mail’.
O uso de lhe como complemento direto
Vi no anúncio de um estabelecimento de empréstimos: «Estamos prontos a lhe auxiliar.» Sempre me pareceu que o verbo auxiliar fosse transitivo direto: «a auxiliá-lo»; porém imediatamente me ocorreram os verbos ajudar e socorrer, que, pelo que parece, também podem ser usados com objeto indireto. O verbo auxiliar enquadra-se nessa categoria (segundo o dicionário que consultei, não) ou é mais um exemplo do “lheísmo” que vem invadindo todo o país (Brasil) de uns anos para cá? Muito obrigado.
Distinguir sons vocálicos e consonânticos no ensino básico (Portugal)
O Programa do 1.º Ciclo do Ensino Básico, para o 4.º ano de escolaridade, tem como uma das competências a desenvolver «Distinguir sons vocálicos e consonânticos». Esta distinção tem apenas a ver com as vogais (sons vocálicos) e as consoantes (sons consonânticos), ou com o encontro de duas vogais (ditongos) e duas consoantes (dígrafos)? Agradecia que me esclarecessem, para não cair em erro. Desde já obrigada.
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