Quantia e quantidade
Quando devo usar quantia e quando devo usar quantidade?
«Vem a ser», novamente
A propósito de minha consulta respondida pela professora Edite Prada em 7/3/2014, ainda ficaram obscuros (pelo menos, para mim) aspectos referentes à concordância verbal na frase que apresentei. Em virtude disso, volto ao assunto com novas frases, de estrutura semelhante.
«O professor foi veementemente criticado por seu melhor amigo, que vem (venho) a ser eu mesmo.»
«O professor foi veementemente criticado por seu melhor amigo, que devo (deve) ser eu mesmo.»
«O professor foi veementemente criticado por seu melhor amigo, que continuo (continua) a ser eu mesmo.»
«O professor foi veementemente criticado por seu melhor amigo, que passo (passa) a ser eu mesmo.»
«O professor foi veementemente criticado por seu melhor amigo, que começo (começa) a ser eu mesmo.»
A minha dúvida, em suma, seria a seguinte: se, quando o verbo ser é usado numa estrutura de oração relativa + pronome pessoal, a concordância se faz com esse pronome, o mesmo não deveria ocorrer quando se trata de uma conjugação perifrástica com o mesmo verbo ser?
Cumpre dizer que a locução «vir a ser» (motivo de minha pergunta inicial), no Aulete Digital, tem as acepções de «chegar a ser, converter-se em»: «Se levasse a sério o estudo, viria a ser um grande pianista»; e de «ser, tratar-se de»: «Aquela que você criticou vem a ser minha mulher.»
Agradeço antecipadamente.
Despedir / demitir
A minha dúvida é a seguinte: em que circunstâncias se deverá utilizar um ou outro verbo? Na minha opinião, o empregado quando quer ir-se embora diz "eu demito-me", e o patrão se o quiser mandar embora dirá "despeço-te".
O feminino da palavra patrono
Após leitura do artigo acerca do feminino da palavra patrono, confesso que não fiquei completamente esclarecido, uma vez que, de facto, já tinha verificado num dicionário e sabia existirem as palavras Patrono e Patrona, no entanto nesse dicionário, (dicionário online da Texto editora), não só não é dito que uma palavra é o feminino ou masculino da outra como o seu significado apenas coincide parcialmente, conforme aqui reproduzo: patrono do Lat. patronu s. m., defensor; advogado em relação aos seus estagiários; protector; padroeiro; senhor em relação aos seus libertos. patrona do Lat. patrona protectora; padroeira. do Al. Patrone s. f., cartucheira; prov., grande algibeira solta, usada por mulheres; Brasil, patuá. A toda a equipa do Ciberdúvidas deixo o meu agradecimento por este espaço tão necessário e a que recorro frequentemente.
A expressão «reservar o direito»
Uma pessoa «reserva o direito de fazer algo» ou «reserva-se no direito de fazer...»?
Sobre o Sermão de Santo António aos Peixes
Quais os silogismos, analogias e simetrias encontradas no Sermão de Santo António aos Peixes — capítulo I —, do Padre António Vieira?
Dorido = doído
«Estou dorida», ou «estou doída», ou pode-se dizer das duas maneiras?
Uma prima minha disse «estou toda doída», ao que eu corrigi «estás toda dorida».
Pode-se dizer de ambas as formas?
Obrigado.
«Tocar a campainha» e «tocar à campainha»
«Diz-se tocar a campainha durante dez minutos», ou «tocar à campainha durante dez minutos»?
Cf. «bater a porta» vs. «bater à porta».
Anti-sepsia, antissepsia, anti-séptico, antisséptico e antissético
Eu estou a fazer um trabalho sobre esterilização e assepsia, e durante a minha pesquisa surgiram uns termos que me deixaram dúvida.
São: "antissepsia", que por vezes aparece como "anti-sepsia"; e "antisséptico", que aparece como "anti-séptico" ou então "antiséptico".
Gostava que me pudessem esclarecer esta dúvida.
Obrigada.
Precisar e necessitar: verbos transitivos directos
Os verbos precisar e necessitar, seguidos de infinitivo, podem vir com ou sem a preposição de, embora o uso sem a preposição pareça mais eufônico. Preciso ler o jornal. Preciso de ler o jornal. Necessitaremos abrir a porta. Necessitaremos de abrir a porta. Pergunta: Quando ocorre sem preposição é classificado como verbo transitivo direto?
