O significado da palavra borogodó
Gostaria de saber qual o significado da palavra borogodó, sei que é de origem indígena, mas nos dicionários o que encontro é uma explicação muito curta.
Desde já obrigada.
Dá-mos/damos
Será dá-mos, ou damos?
"Napo" da palavra guardanapo
O que vem a ser "napo" na palavra guardanapo?
O plural de vagão-leito, de manga-rosa,
de banana-maçã e de porco-espinho
de banana-maçã e de porco-espinho
Gostaria de saber qual a opção correta para o plural dos seguintes substantivos compostos:
a) vagão-leito
b) manga-rosa
c) banana-maçã
d) porco-espinho
«Completar anos»
É correcta a expressão "completar anos"?
Data início/data-início, data fim/data-fim?
Gostaria, antes de mais, de parabenizá-los pelo tão desejado regresso que, creio, era aguardado por todos aqueles que vêem nele o vigoroso pulsar da Língua Portuguesa e que são muitos, a julgar pelos votos de confiança e apoio que foram sendo prestados ao Ciberdúvidas. A dúvida que venho colocar tem a ver com a tão complicada questão da utilização do hífen. Assim, gostaria que me ajudassem na dúvida na grafia das seguintes palavras: data início//data-início; data fim/data-fim? Seguindo a regra da formação de palavras por composição (justaposição), penso que se escreveriam com hífen; data-início e data-fim. Seguindo a grafia de data-valor, que é, segundo o dicionário da Porto Editora, a grafia correcta, estas seriam também as formas correctas. No entanto, as minhas dúvidas prendem-se com o facto de nunca ter visto estas palavras escritas com hífen, mas sim como "data fim" e "data início". Fiz inclusive uma pesquisa no corpus CETEMPúblico, da qual não obtive nenhum resultado. Seria possível ajudarem-me com esta questão? Agradecendo desde já toda a atenção dispensada, despeço-me com os melhores cumprimentos, desejando-lhes a continuação do valioso trabalho que têm vindo a prestar a todos nós.
O emprego dos pronomes de tratamento você/vocês
Minha pergunta alude ao emprego dos pronomes de tratamento você/vocês. Já me venho questionando há bastante tempo sobre a mistura que os brasileiros fazemos de você com os clíticos correspondentes a tu [te, ti (com pouca freqüência), contigo]. Cheguei inclusive a invejar os portugueses, e a elogiá-los, pelo uso conseqüente de tu (e seus derivados) e você [se, si, consigo, o(s), a(s), lhe(s)]. Contudo, tenho observado que também em Portugal se faz essa "confusão pronominal", quando se usa vocês e, em seguida, pronomes que se referem à segunda pessoa do plural — vós.
Imagino que seja mais fácil explicar através de exemplos. No Brasil: «O que "você" vai fazer hoje à noite, querida? Posso ir(-)"te" visitar?» (por «Posso ir visitá-la?»). Em Portugal (recortes de uma mensagem enviada por um português e publicada pelo Ciberdúvidas): «Antes de mais, os meus parabéns pela continuação do "vosso" sítio e pela ajuda...» (por «do "seu" sítio»); ao final da mesma postagem: «Agradeço antecipadamente qualquer luz que "me possam" dar» (ou seja, empregou vocês).*
Peço-lhes que me esclareçam: como se posiciona a norma-padrão a respeito disso? Como se chamaria esse fenômeno gramatical? Há algo a que possamos chamar "Concordância Pronominal"? De antemão o meu muito obrigado.
* Ao citar os exemplos acima, não quis generalizar, pois sei que há um grande número pessoas que usam as formas regulares.
O uso do se junto a verbos no infinitivo e no gerúndio
Recentemente, deparei-me com um tópico envolvendo a escrita no nosso idioma que acabou por me gerar duas dúvidas próximas entre si, por isso tomo a liberdade de apresentá-las em conjunto ao Ciberdúvidas. Trata-se do uso do se junto a verbos no infinitivo e no gerúndio (excluindo da discussão verbos pronominais/reflexivos, que sem dúvida exigiriam o se).
Fui informado que em diversos casos envolvendo o infinitivo impessoal, já carregando ele impessoalidade e valor passivo, será dispensável o uso do se tanto como índice de indeterminação do sujeito quanto como pronome apassivador. Cito alguns exemplos: «Fazer o bem é importante» (e não «Fazer-se o bem»), «Osso duro de roer» (e não «duro de roer-se»), «Hora de chamar a polícia» (e não «de chamar-se a polícia»). Gostaria de perguntar se, em casos como esses, o uso do se é meramente dispensável ou, mais do que isso, é proibido. Se meu entendimento (leigo) não é falho, suponho que a presença do se simplesmente assinalaria a voz passiva ou o índice de indeterminação do sujeito (conforme o caso), daí a dúvida quanto a uma estrita proibição de seu uso em decorrência do infinitivo impessoal.
No entanto, o assunto trouxe-me outra dúvida, para mim mais difícil ainda de resolver. A linha de pensamento exposta acima, se correta, aplicar-se-ia ao gerúndio também? Dizendo de outro modo, o gerúndio pode tornar o índice de indeterminação do sujeito e o pronome apassivador se igualmente dispensáveis? Apresento alguns casos a seguir e sobre eles gostaria de perguntar se o se é necessário, facultativo ou, até mesmo, proibido.
1) «Levando-se em conta a crise, bom seria aumentar a poupança.»
2) «A obra desses poetas, considerando-se o pouco que viveram, é vastíssima.»
3) «Pensando-se em casos como o dele, não pode haver dúvidas quanto ao perigo de fumar.»
4) «Vivendo-se, daí vem a paciência.»
Muito obrigado.
Parabéns pelo site!
Futuro simples e futuro perifrástico
Qual a expressão mais correcta para se utilizar: «irei referir» ou «referirei»?
Obrigada pela atenção.
Parasita e parasito
A frase «Os homens são uns parasitas da sociedade» está correta? Meu professor disse que, ao invés de colocar «parasitas», era para ser «parasitos», porque parasita é o inseto.
Por gentileza, poderia me tirar essa dúvida?
Agradeço a atenção.
