DÚVIDAS

A conjunção quando e o imperfeito do indicativo
Gostaria de saber se é apropriado o uso do subjuntivo na frase abaixo, isto é, quanto à utilização da palavra desenvolvessem: «Havia diferentes formas de intervenção, e, na maioria dos casos, os presidentes não agiam ao arrepio da lei, mesmo quando desenvolvessem uma atuação nitidamente partidária, que era a que se manifestava nas nomeações e demissões de autoridades locais importantes, como delegados e subdelegados, nas proximidades dos pleitos.» Grato!
Valor concessivo de oração introduzida por a
Por gentileza, seria correto dizer que o valor semântico estabelecido pela preposição a no verso abaixo de Santa Rita Durão é de concessão, sendo parafraseável por «apesar de»? «Os perigos, os casos singulares,/ Que por mais de mil léguas toleramos,/ Não contara, depois que no mar erro,/ A ter o peito de aço, e a voz de ferro.» (Caramuru, canto VI, estrofe XXVI)
O pronome se e o infinitivo passivo
É obrigatório ou facultativo o uso de se em construção como: «fácil de (se) fazer»? Mais precisamente, pergunto se não é obrigatório o uso de se na frase «Tomado pela preocupação com a doença, sua vida não seria apenas impossível, mas sobretudo indigna de viver.» Se for possível, peço referencias bibliográficas para a fundamentação da resposta. De antemão, muito obrigado.
«Pagar com dinheiro» e «pagar em dinheiro»
Em primeiro lugar o verbo elogiar. Queria elogiar o vosso grande e louvável trabalho. A minha questão está relacionada com a regência do verbo pagar. Estive a ler algumas das vossas respostas com este tema. Contudo, tenho uma dúvida. Podemos dizer «pagar com dinheiro» e «pagar em dinheiro»? Existem algumas regras específicas para o uso duma e outra preposição? Obrigado pela atenção dedicada a este tema.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa