O uso de nenhuns
Qual será a importância e utilidade da utilização do pronome nenhuns (como plural de nenhum), se nenhum, literalmente, já quer dizer «zero» no caso?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
Achar e acreditar com os modos indicativo e conjuntivo
Gostaria que me tirassem algumas dúvidas quanto ao uso do indicativo e conjuntivo com verbos de opinião.
As gramáticas indicam que depois de verbos de opinião na forma afirmativa usamos o indicativo e depois da negativa usamos o conjuntivo.
a) Acho que o livro está na biblioteca.
b) Não acho que o livro esteja na biblioteca.
Seria agramatical dizer o seguinte?
c) Acho que o livro não está na biblioteca.
d) Achei que o livro estivesse na biblioteca.
De acordo com a regra, d) não deveria ser «Achava que o livro estava na biblioteca»?
E quanto às seguintes frases?
(e) Não achei que o livro estava na biblioteca.
(f) Não creio que hoje fico em casa.
E uma última questão, o verbo acreditar segue a mesma regra que os restantes verbos de opinião ou há alguma exceção?
(g) Acredito que o livro está na biblioteca.
(h) Não acredito que o livro esteja na biblioteca.
Com este verbo, soa-me melhor ouvir as duas formas, afirmativa e negativa, no modo conjuntivo.
Pedia que me confirmassem se estão corretas as frases.
Caso sejam gramaticais, qual é, afinal, a regra para o uso indicativo e conjuntivo com os verbos de opinião?
Obrigada!
O nome objetivo, o complemento nominal e o predicativo do sujeito
A frase «o objetivo da Fundação era de que as pessoas se juntassem» está correta?
Ou seria «... era o de que...» ou «... era que...»?
Obrigada.
Conjugação pronominal reflexa de sujar
Por favor, a frase: «Sujou-se com graxa para compor o personagem.»
Qual a classificação do sujeito do verbo «sujou-se»? Qual a função sintática do pronome se?
Obrigado
«Ficar na serra»
Na frase «Eles decidiram ficar na serra», «na serra» é um complemento oblíquo ou um predicativo do sujeito?
Obrigado.
Construção de grau: «... tão livre quanto...»
A frase «[Ele é] tão livre quanto renuncia ao que o tenta amiúde» está correta?
Numa construção mais simples: «o sujeito é livre na medida em que renuncia àquilo que o tenta frequentemente».
A expressão «em moco»
Em Trás-os-Montes, pelo menos no concelho de Vinhais, utiliza-se o termo "moco" (com o fechado) na expressão «em môco» que designa um pássaro recém-nascido, ainda sem penas e apenas com uma ténue penugem. Não encontro essa expressão nem o termo "moco" em dicionários de regionalismos, nomeadamente:
– Mirandelês / Jorge Golias, Jorge Lage, João Rocha, Hélder Rodrigues. – Mirandela : Câmara Municipal de Mirandela, 2010. ISBN 978-972-9021-12-1; -
– Dicionário dos Falares de Trás-os-Montes / Vítor Fernando Barros. – Porto: Campo das Letras, 2002. ISBN 972-610-580-3
Colocada a questão numa ferramenta de inteligência artificial, obtive a informação genérica seguinte:
«O termo “moco” parece derivar do latim mucus, possivelmente relacionado ao estado frágil e vulnerável dos filhotes de pássaros, que ainda estão sem penas e cobertos apenas por uma leve penugem.»
Gostaria de, se possível, obter a informação sobre a existência registada do termo ou expressão, qual a sua origem etimológica e qual o seu uso e emprego em Portugal, em resposta fundamentada por um dos vossos habilitados autores.
Muito obrigado.
Oração de gerúndio: «Considerando os dois indicadores...»
Estou precisando classificar essa oração subordinada reduzida de gerúndio:
«CONSIDERANDO OS DOIS INDICADORES, a lista final contém 210 198 pesquisadores.»
Seria uma oração subordinada adverbial temporal reduzida de gerúndio? Causal?
Obrigado.
«Chamar para»
Na frase «O técnico brasileiro chamou o novo talento para a seleção», qual a função sintática do termo «para a seleção»?
Obrigado!
O nome arejabilidade
Tenho visto em alguns textos a palavra "arejabilidade". Contudo, não a encontro em nenhum dicionário de língua portuguesa. É correto usar essa palavra, ou ela, pura e simplesmente, não existe?
Muito obrigado.
