DÚVIDAS

Locuções verbais com pronomes átonos no Brasil
Gostaria de tirar as seguintes dúvidas: 1. No Brasil, é preferível escrever "deve-se dizer" ou "deve dizer-se"? Ao mesmo tempo que sinto soar esquisita a alguns brasileiros a segunda opção, fico tentado a escolhê-la, pois costumo posicionar o pronome após o verbo principal e busco consistência na minha escrita. Ainda que não haja uma resposta definitiva, ficaria satisfeito com um conselho. 2. "Poderia escrever-se" é aceitável ou é necessário empregar a mesóclise? 3. Optar por "ele se tinha esquecido" em vez de "ele tinha-se esquecido" causaria alguma estranheza? 4. A ênclise ao verbo "querer" quando este está numa locução (por exemplo: "eu quero-lhe contar minha história") me parece forçada, ao menos deste lado do Atlântico. O que acham? Desde já, agradeço!
Adiar e agradecer
Gostaria de saber se os verbos adiar e agradecer se regem por alguma preposição. Consultei várias fontes e não consegui encontrar. Desta forma, deve dizer-se: (I) Não faças ainda o relatório. Acho que o podes adiar uma hora. ou: (II) Não faças ainda o relatório. Acho que o podes adiar por uma hora. Quanto ao verbo agradecer: (III) Com amabilidade, o empregado de mesas levou-lhe a fatura e agradeceu-lhe a generosa gratificação. ou: (IV) Com amabilidade, o empregado de mesas levou-lhe a fatura e agradeceu-lhe pela generosa gratificação. Obrigada!
Paulino d´Oliveira
Para efeitos de um trabalho que estou a fazer, tenho necessidade de citar uma obra de um autor do séc. XIX chamado Manuel Paulino d´Oliveira. Na obra em questão o nome do autor é apresentado com apóstrofo, pelo que me parece correcto manter essa grafia na citação. Tenho, porém, dúvidas sobre a forma correcta de citar o nome com apóstrofo: Deve escrever-se Paulino d´Oliveira ou Paulino d´ Oliveira (com ou sem espaço?). Grato desde já pela vossa ajuda.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa