Nomes de bebidas com café em Portugal
Gostaria de conhecer a origem dos nomes dos produtos servidos em pastelaria que seguem: – “garoto” – “meia de leite” – “galão” – “bica” – “abatanado”
Agradecendo antecipadamente,
Advérbio de negação
Agradecia que me explicassem a função sintáctica de "não" (ainda não vi nenhuma gramática que a indicasse). A minha dúvida é: se este advérbio de negação (na classificação morfológica) é um modalizador, poderá, sintacticamente, ser complemento circunstancial de negação? Não estará essa classificação reservada aos circunstanciais? Ou então, como o podemos classificar?
Como exemplo, pode ser a frase: "Eles não fizeram o trabalho."
«Casal “gay”» ou «par “gay”»?
Tem havido alguma polémica sobre a utilização da expressão «casal gay»...
Muitos defendem que deveria ser «par gay», pois são dois "iguais" (ou «par homossexual» em vez de «casal homossexual»).
Normalmente usa-se «casal» quando duas pessoas vivem numa casa em circunstâncias equivalentes à do matrimónio. Usar «par» neste caso é redutor e não reflecte a realidade emocional das duas pessoas envolvidas.
Meia dúzia
Meia dúzia, na acepção de um pequeno número («Estão ali meia dúzia de indivíduos a fazer barulho») – e não exactamente seis – escreve-se com ou sem hífen (meia dúzia ou meia-dúzia)? Obrigado.
Silêncio, palavra proparoxítona (esdrúxula) aparente
Venho colocar uma dúvida referente à classificação, quanto à acentuação, da palavra silêncio.
1. Trata-se de uma palavra esdrúxula/proparoxítona ou grave/paroxítona? A dúvida prende-se com o ditongo crescente (ou será hiato?) "io", em posição pós-tónica.
2. As proparoxítonas aparentes, mencionadas no Acordo Ortográfico, são consideradas esdrúxulas? Ainda não percebi este conceito de «proparoxítonas aparentes». Não sei se é o caso desta palavra, daí estar a antecipar esta questão.
Obrigada por todos os esclarecimentos que possam prestar.
A expressão latina pro rata temporis
O que significa a expressão latina "pro rata tempore" muito comum em contratos no Brasil?
Sobre verbos transitivos directos e indirectos
Quando sabemos se os verbos são transitivos diretos ou indiretos? Por exemplo: «Esqueci-me do livro»; «Precisou o lugar do crime»; «A resposta do professor não satisfez o discípulo»; «Satisfazer a todos é impossível»; «Para fechar os melhores negócios, você precisa de maiores informações»; «Batatas, eu não comprei»; «O hipocondríaco morreu mas ninguém acreditou.»
«De momento» e «no momento»
Deve-se dizer «Não tenho mais assunto de momento», «por momento», «pelo momento», «ao momento», ou «no momento»?
Como saber diferenciar o uso/a utilização destas preposições?! E como explicá-lo a um estrangeiro?
E, também, existe alguma diferença entre escrever uso e utilização? Porque na faculdade dizem-nos que é mais "correcto"/fino escrever utilização?!
Muito obrigada.
A posição do símbolo do dólar (EUA)
O Código de Redação Interinstitucional da UE estabelece que, quando se usa o símbolo do euro (€), este deve vir à direita do valor e com espaço:
Ex.: 30 €
A minha dúvida persiste, após profunda pesquisa (e sem resultar em nenhuma conclusão fidedigna), em relação ao símbolo do dólar. Quando usado num texto português, devemos posicioná-lo também à direita (e com espaço), como instituído para o euro?
Ou seja: 30 $
Ou devemos usar a regra do inglês e posicioná-lo à esquerda ($ 30)?
Obrigada.
A origem da expressão «passar as passinhas do Algarve»
Qual a origem da expressão «passar as passinhas do Algarve»?
