Uso de preposições: «comeu a refeição regurgitada da mãe» e «pela mãe»
Qual a preposição correta nos exemplos seguintes?
«A cria comeu a refeição regurgitada da mãe/progenitora.» («de» com sentido de origem)
«A cria comeu a refeição regurgitada pela mãe/progenitora.»
Obrigado.
O verbo bulir: «isto bole comigo»
O Ciberdúvidas e outros sítios esclarecem perfeitamente que «no presente do indicativo, bulir muda o u do radical em o na 2.ª e 3.ª pessoa do singular e na 3.ª do plural» – ver aqui, aqui, aqui e aqui.
A minha questão é se terá havido uma gralha do Ciberdúvidas ao conjugar o verbo bulir como «eu bulo, tu bules, ele bule...» aqui [resposta "Ainda compelir, gerir, computar, bulir e cerzir"].:
https://ciberduvidas.iscte-iul.pt
E também não terá havido uma gralha do Dicionário da Academia das Ciências no seguinte exemplo: «A primavera bule com ele, está muito impaciente»?
«Enormeza» e enormidade
A palavra "enormeza" existe?
Agradeço também o serviço prestado pelo Ciberdúvidas.
Modalidade epistémica com valor de possibilidade: «as explicações podem ser encontradas»
Na frase «as explicações sobre as escolhas dos textos podem ser encontradas no prefácio do livro», a modalidade associada é epistémica com valor de possibilidade ou de certeza?
Obrigada.
As expressões «de gabinete», «de salão» e «de café»
Existe alguma tradução consagrada em português para a expressão inglesa «from the armchair?
Como em «[...] analyses performed by philosophers from "the armchair".»[*]
Ou se não consagrada, pelo menos com precedentes de utilização?
[N. E. – tradução livre: «análises realizadas por filósofos [que ficam] de poltrona»]
O nome irlandês Ulster (ou Úlster)
O território da Irlanda do Norte deve escrever-se "Ulster" ou "Úlster"? E devemos escrever «livros acerca do Úlster» ou «livros acerca de Úlster» (com ou sem acento)?
«Estabelecer um perímetro de segurança»
Gostava de saber se é mais correto dizer «criar um perímetro de segurança», «montar um perímetro de segurança» ou «estabelecer um perímetro de segurança».
Muito obrigada.
Modalidade epistémica: «Efetivamente, é um conto muito bonito!»
Gostaria de esclarecer se na frase seguinte estamos perante modalidade epistémica ou apreciativa: «Efetivamente, «George» é um conto muito bonito!».
Por um lado, o locutor parte de uma certeza, pelo que parece tratar-se de modalidade epistémica, por outro lado, o advérbio «muito» e o ponto de exclamação parecem fazer do enunciado uma apreciação (modalidade apreciativa).
Poderiam esclarecer-me?
Grata pela atenção.
A origem da irregularidade na conjugação verbal
Quero saber se os verbos irregulares já vêm assim pelo latim, grego e hebraico como suas origens ou se isso já começou nos idiomas em que se fixaram em definitivo.
Por exemplo, conjugações/particípios irregulares de verbos no idioma português, eles são assim por herança etimológica do latim, grego e hebraico? Ou essa "salada de frutas" já começou no português de verdade?
Aproveitando, se puderem dar um palpite, meio que sem compromisso: vocês creem que «(Eu) dirijo» seja irregular enquanto conjugação por não ter o g, ainda que mude radicalmente a pronúncia se trocar o j pelo g no caso?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
O significado e a origem do nome alcar
Gostaria de saber a etimologia da palavra alcar e/ou o seu significado.
Apenas sei que deriva do árabe: al-qārah.
Obrigada
