Psoriásico, psoriático, psórico e psoríaco
Qual é a forma correta de escrever: "artrite psoriásica", "artrite psoríaca" ou "artrite psoriática"?
As três formas são encontradas em diferentes textos, mas em nenhum lugar se fala sobre a origem do termo ou qual a forma adequada de escrevê-lo.
No site dos medicamentos de Alto Custo, utiliza-se o termo "psoríaca".
Em sites de sociedades médicas, os termos psoriásica e psoriática são preferidos.
Todas as formas estão corretas?
Presença ou omissão do artigo definido com plurais
Gostaria de saber se é correto o uso do artigo após os verbos referidos.
Por exemplo: «adoro desportos» ou «adoro os desportos»? «Gosto de filmes de terror» ou «gosto dos filmes de terror»? «Odeio pessoas arrogantes» ou «odeio as pessoas arrogantes»?
Já vi das duas formas e não sei qual seria o correto, ou se há contextos em que usamos o artigo e outros em que não. Nesse caso, gostaria de conhecê-los.
Muito obrigada pela ajuda.
Complemento oblíquo: «apontar para»
Na frase «Sorriu, apontando para o Sol», o segmento destacado corresponde a que função sintática? A um complemento oblíquo?
Agradeço a vossa confirmação.
A vogal a por e: «que "sa" lixe» (Portugal)
Sabem se haverá algum nome para nos referirmos ao uso da vogal “a”, na oralidade, em “que sa lixe” («que se lixe»)?
A Farsa de Inês Pereira e atos de fala
Que atos de fala se identificam nos seguintes enunciados, retirados da Farsa de Inês Pereira?
a. «Será bem que vos caleis,/(…)/que não me respondereis nada,». (vv.13-15);
b. «Se eu disser «isto é novelo», / havei-lo de confirmar.». (vv.39-40).
O uso de quem para hispanofalantes
Como pronome interrogativo e sujeito, quem exige sempre um verbo ao singular, ainda que se refira a uma pluralidade (já que pode significar neste caso «que pessoa/que pessoas»), ou esta restrição só se aplica no sentido relativo do pronome?
Por exemplo, no espanhol poderia haver uma frase qual:
¿Quiénes golpean la puerta?
Mas no português, seria possível dizer: «Quem "batem" à porta?» («Que pessoas batem a porta?») ou seria obrigatório estar o verbo no singular («Quem bate à porta?») e então tereremos de entender que se refere a uma pluralidade só pelo contexto?
Muito obrigado pela sua atenção. E está bem se me der uma fonte para ler para que não tinha de escrever demais.
Sobre «comparecer pessoalmente»
Se é possível «comparecer por carta, procuração, videochamada» ou «videoconferência», «comparecer pessoalmente» não pode ser pleonasmo vicioso/redundância viciosa!
Concordam?
Muitíssimo obrigado.
«Media-arte», «arte de media»
Relativamente à expressão "media arte", perguntava-vos se a na mesma deverá constar um hífen: «O José é profissional de média-arte digital.»
Achar e acreditar com os modos indicativo e conjuntivo
Gostaria que me tirassem algumas dúvidas quanto ao uso do indicativo e conjuntivo com verbos de opinião.
As gramáticas indicam que depois de verbos de opinião na forma afirmativa usamos o indicativo e depois da negativa usamos o conjuntivo.
a) Acho que o livro está na biblioteca.
b) Não acho que o livro esteja na biblioteca.
Seria agramatical dizer o seguinte?
c) Acho que o livro não está na biblioteca.
d) Achei que o livro estivesse na biblioteca.
De acordo com a regra, d) não deveria ser «Achava que o livro estava na biblioteca»?
E quanto às seguintes frases?
(e) Não achei que o livro estava na biblioteca.
(f) Não creio que hoje fico em casa.
E uma última questão, o verbo acreditar segue a mesma regra que os restantes verbos de opinião ou há alguma exceção?
(g) Acredito que o livro está na biblioteca.
(h) Não acredito que o livro esteja na biblioteca.
Com este verbo, soa-me melhor ouvir as duas formas, afirmativa e negativa, no modo conjuntivo.
Pedia que me confirmassem se estão corretas as frases.
Caso sejam gramaticais, qual é, afinal, a regra para o uso indicativo e conjuntivo com os verbos de opinião?
Obrigada!
O gé[ê]nero de mástique
Qual a diferença entre a "mástique" e o "mastique"?
