(e não «fez-se amigo de mim»)
«Fez-se meu amigo»
(e não «fez-se amigo de mim»)
(e não «fez-se amigo de mim»)
Gostaria de saber se podemos dizer «ele fez-se amigo de mim», ou se devemos dizer apenas «ele fez-se meu amigo». Se não for possível, gostaria de saber a razão, sobretudo porque creio ser possível dizer «ele fez-se amigo dele/ele fez-se amigo de João», assim como «ele fez-se seu amigo», etc.
Obrigado e continuação do bom trabalho.
A locução adverbial «de sempre» como deítico temporal
Na frase «Esse é o livro mais lido de sempre», a expressão «de sempre» é um deítico temporal?
Agradeço a orientação.
Reforma gramatical
Gostaria de pedir-lhes que me respondessem à questão sobre a reforma ortográfica, mas enfocando uma "reforma gramatical", na qual as formas correntes no Brasil, como o uso indistinto da próclise, possam ser admitidas como corretas. Gostaria de saber a posição dos senhores a respeito; afinal, é correto dizer que 150 milhões de brasileiros falam erroneamente? Melhor não seria liberar a posição pronominal, para que ficasse ao gosto do usuário?
"Locations" = localização, posição
Qual é o equivalente em português de "locations"?
«O Ronaldo é como o dinheiro...»
«O Ronaldo é como o dinheiro, parado não rende.»
ou
«O Ronaldo é como o dinheiro. Parado não rende.»
A primeira vi numa placa publicitária no topo (início) da Av. António Augusto de Aguiar [Lisboa] e a mim não me parece correcta.
Septénio
Pretendia saber como se designa um período de sete anos? Encontrei a palavra "seténio" nuns textos traduzidos nos anos sessenta de italiano para português, mas não existe no Priberam...
Obrigada.
O verbo afirmar + oração de infinitivo
Relativamente à concordância do sujeito com a forma verbal, tenho algumas dúvidas.
Na frase «Eles afirmam serem professores de informática», o verbo ser concorda ou não?
«Eles afirmam ser professores de informática.»
Gostaria que me explicassem em que casos se aplica essa regra.
Obrigada!
Uma oração proporcional adverbial num texto de Machado de Assis
«Mas, se tudo isso era espantoso, não menos o era a luz, que não vinha de parte nenhuma, porque os lustres e castiçais estavam todos apagados; era como um luar, que ali penetrasse, sem que os olhos pudessem ver a lua; comparação tanto mais exata quanto que, se fosse realmente luar, teria deixado alguns lugares escuros, como ali acontecia, e foi num desses recantos que me refugiei.»
O trecho acima foi pinçado do extraordinário conto "Entre Santos", do não menos extraordinário Machado de Assis (1839-1908).
O período todo proporcionaria uma alentada aula de sintaxe, mas me atenho somente à oração «quanto que teria deixado lugares escuros». Como analisá-la sintaticamente?
Muito obrigado.
A formação do advérbio de modo afimmente
Em Matemática fala-se em «independência linear» de um conjunto de vectores, dizendo-se que estes são «linearmente independentes». Uma outra noção relacionada é a de «independência afim» de um conjunto de pontos. Em inglês, utiliza-se a expressão affinely independent. Existe uma expressão correspondente em português? Dito de outro modo, existe (e, caso exista, qual é) o advérbio de modo correspondente ao adjetivo afim? Encontrei o termo "afimmente" numa pesquisa na Internet, mas apenas nos sumários de uma disciplina universitária de Matemática. Esta parece-me a opção mais sensata, analogamente ao que sucede com o advérbio comummente...
Éris, nome próprio de uma deusa e de um planeta
Como devo escrever "Éris" ou "Eris" (planeta anão do sistema solar)?
