Querer (imperativo) e satisfazer
1 – A conjugação do verbo querer no imperativo afirmativo é: quere, queira, queiramos, querei, queiram? 2 – Na frase: "No caso de não se satisfazerem as condições do contrato..." (qual o tempo e modo em que o verbo satisfazer foi empregado?) Obrigado.
"Overbooking"
Como poderá ser traduzida a palavra "overbooking": será correcto traduzi-la por sobre-reserva?
Ainda o significado de semilúnio
Em sua resposta à minha pergunta sobre o significado de lunação, [A. Tavares Louro] disse-me que a mesma significava «metade do tempo de uma revolução da Lua». Corrija-me se eu estiver errado, mas numa revolução da Lua, que é um período de tempo cuja duração é de 29,53059 dias, o satélite apresenta quatro fases, quais sejam lua nova, lua crescente (ou quarto crescente), lua cheia, lua minguante (ou quarto minguante). Assim sendo, o tempo correspondente às luas nova e crescente poderia ser considerado um semilúnio; o tempo das luas cheia e minguante, outro. Aliás, semilúnio é, segundo os seus esclarecimentos, apenas um tempo, não um aspecto ou aparência da lua durante as fases da sua revolução.
Ocorre que o dicionário Aulete Digital, em linha, diz, ao definir a palavra semilúnio, que ela significa «meia-lua». Ao determinar o sentido desta última, diz textualmente: «Aparência da lua quando se mostra em meio círculo (no quarto crescente ou minguante)». Logo, para esse léxico, semilúnio tanto pode ser a lua crescente como a minguante, sendo outrossim apenas um aspecto e não um tempo.
Isto posto, pergunto-lhe: é lícito, em português, chamarmos de semilúnio a lua crescente e também a lua minguante?
Por favor, uma resposta clara e objetiva.
Muito obrigado.
Lixo / bicho
Por que escrevo lixo (com x) e bicho (com ch)? Pergunta que parece óbvia, mas que deixou-me insegura quanto à resposta. A mesma feita por um garoto de 11 anos. Ajude-me.
Juventude em Galego
F. V. Peixoto da Fonseca (pergunta de "Juventude em várias línguas") di que em galego "juventude" é "xuventú"... não é assim, senão que é "xuventude" (galego normativo e recolhecida por todos, "xuventú" seria um castelanismo, o x sería uma consoante palatal xorda, o -en- estaría um pouco nasalizado, e não havería "e" mudo, ao final). Os días son "Luns, Martes, Mércores (não mercoles), Xoves, Venres (não Vernes), Sábado e Domingo" Dispensen os erros que tenha no meu Português. Vou falar en galego. Nalgunhas respostas dise que o Galego é un dialecto do Portugués, mais non é así. É unha evolución do Galego-Portugués, o mesmo que o Portugués, o Galego é outra lingua intimisimamente relacionada coa vosa. Sen dúbida, é mesmo sistema. Pero afirmacións como que é unha variante do Portugués, ou que "O galego é uma espécie de dialecto do português" non son correctas en absoluto. Cómpre renovar a bibliografía. «Língua, hoje, propriamente falando, há só uma, o português. Esperamos que o galego, de dialecto que é actualmente, seja promovido a língua literária, aproximando-se do português, e acabando por se confundir com ele.» (Estudos Galego-Portugueses, p. 87, Lisboa, 1979)": O Galego xa era lingua literaria. Xa no 79 tinhamos cotas altísimas de literatura xeradas a raíz do "Rexurdimento". O de dialecto... no 79, catro anos despois da morte de Franco, que na súa dictadura xerou un sistema de terror e unha marxinalización incrible do galego (se falabas públicamente en galego podías ser asasinado misteriosamente). O Galego xa foi prohibido e perseguido no s. XV polos Reis Católicos. Os séculos escuros, que é como o chamamos. Non se podía publicar nada na nosa lingua. Logo coa ilustración, comezou toda a labor unificadora das variedades rexionais, gramáticas, dicionarios... todo ía moi ben... pero coa chegada de Paquinho Franco... de todas formas, o Galego sempre foi a lingua mais falada con moitísima diferencia na Galiza. Hoxe é a lingua prioritaria para sobre o 60-70% da población, na grandísima maioría bilingüe. No 79 dicir que era un dialecto... realmente era unha idea un pouco franquista (ignorar toda a normalización soterrada hata a época)... pero citar agora iso, non ten senso ningún.
O valor da conjunção e na frase «mais um passo, e eu pulo»
Na afirmativa «mais um passo, e eu pulo», apesar de não estar explícita a conjunção condicional, há uma interpretação clara nesse sentido.
Como analisaríamos a construção sintática e morfologicamente: o e é conjunção aditiva? «Mais um passo» tem conjunção e verbo elípticos – «se der»? Ou é apenas um expressão condicional e não uma oração?
Obrigada!
Minimizar
Em resposta anterior (que tratava mais especificamente de "relativizar") encontrei apenas que é aceitável formar-se "minimizar", significando "tornar mínimo".
Minha dúvida reside em que alguns afirmam que se usa no sentido de "diminuir a importância" (O Ministro procurou minimizar o problema da alta do petróleo), enquanto que a tendência de meus colegas engenheiros é de utilizar no sentido de "atingir o menor valor possível" (Com o novo aço minimizou-se o desgaste das peças).
Naturalmente a questão existe também para "maximizar".
Aceder/acessibilidade
Gostaria de ler algum comentário no Ciberdúvidas sobre esta moda recentíssima e tão divulgada de empregar aceder com o sentido de «ter acesso» (influência do inglês?) e de acessibilidade em vez de acesso (linguagem burocrático-política a empregar uma palavra mais longa para designar uma coisa tão simples).
Desionização
Gostava de colocar uma questão que talvez não seja do vosso foro, de qualquer forma, é assim: Existe o fenómeno da ionização (formação de iões), por outro lado existe o processo contrário, que se caracteriza pela neutralização das cargas iónicas. Gostaria de saber se o posso apelidar de -desionização -, no sentido de ser o antónimo de ionização, uma vez que não se encontra no dicionário, fiquei em dúvida se poderia utilizar a palavra ou não.
Acções antrópicas
O que são ações antrópicas?
