Até, preposição e advérbio
Quando sabemos que a palavra até está exercendo a função de advérbio de inclusão ou está funcionando como uma preposição?
Sua Excelência + Vossa Excelência
Gostava de solicitar a vossa opinião sobre a diferença entre Sua Excelência e Vossa Excelência. Deverá utilizar-se Sua Excelência (S. Ex.ª) quando se refere uma personalidade a alguém, tipo escrevi a Sua Excelência o Presidente da República e Vossa Excelência (V. Ex.ª) quando nos dirigimos à personalidade em causa? É assim ou a regra é diferente? E devo dizer: V. Ex.ª o Presidente da República ou sem artigo definido? Parece que em Portugal esta forma é cada vez menos usada, utilizando-se por exemplo a forma «Exmo. Sr.», mas mesmo assim era uma dúvida que gostava de esclarecer. Obrigada desde já.
Contudo, portanto, entretanto: conjunções ou advérbios?
Ao consultar dicionários estrangeiros, notei algo que me tem deixado intrigado: diversas das palavras que costumamos chamar conjunções na gramática do português são denominadas advérbios em inglês, alemão e francês. Em inglês são encontradas às vezes como sentence adverbs ou conjunctive adverbs. Refiro-me a algumas conjunções coordenativas adversativas e conclusivas.
Por que seguimos chamando de conjunções palavras como portanto e entretanto? Temos alguma justificativa teórica para tanto ou é apenas tradição?
O que me leva a pensar o seguinte: quais seriam os critérios para classificar vocábulos semanticamente parecidos como conjunção e advérbio nessas outras línguas e não por aqui (ex.: but/conjunção x however/advérbio; mas, contudo/conjunção)? Apenas a mobilidade e a possibilidade de coocorrência (ainda que somente no registro informal)?
Desde já, agradeço.
O colectivo de cavalo
Existe coletivo de cavalo?
Qual é?
Redondilha maior/menor
Na Idade Média as cantigas ou poesias eram feitas em redondilha menor ou em redondilha maior?
Crase, «à base de»
O medicamento é feito a base de plantas. Este "a base" tem crase?
Sou editora-chefe de uma revista científica e tenho grandes discussões com os autores a este respeito.
Fá-lo-ei, indubitavelmente, etc.
Chamo-me Paula Fiadeiro e sou leitora de Português.
Como todos os Portugueses, creio eu, sou, por vezes, confrontada com algumas dúvidas...
Sei que a forma correcta do futuro do indicativo do verbo fazer, quando sujeito a mesóclise, é "fá-lo-ei", "fá-lo-ás", etc. Mas queria saber se as formas "fazê-lo-ei", "fazê-lo-ás" também são possíveis. Pelo menos, creio que são usadas...talvez erradamente!
Por outro lado, gostava de saber se o advérbio derivado do adjectivo "duvidoso" é "duvidosamente" ou "dubitavelmente", uma vez que "sem dúvida" é "indubitavelmente".
Já agora, gostaria que me esclarecessem se o advérbio formado a partir de "selvagem" é "selvaticamente"; e se a forma "selvagemente" (!) existe, quer no português europeu, quer no português do Brasil.
Obrigada pela atenção
O aumentativo de nariz
Sou tradutora e surgiu-me uma dúvida. Gostaria que me esclarecessem se «narigão» e «narizão» podem ambos ser utilizados ou qual o mais correcto. Obrigada.
N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
Jaime e Tiago
O nome inglês James (St. James) corresponde a Tiago (S. Tiago) em português, mas James também foi adoptado em português como Jaime. Gostaria de conhecer a etimologia dos dois nomes.
"Online", "on-line" ou "on line"?
Qual das expressões é que se pode considerar correcta? O "online" poderá ser considerado um estrangeirismo, mas é talvez a melhor que se poderá aplicar e a melhor em termos de compreensão. O "on-line" penso ser uma teimosia portuguesa em colocar traçinhos em tudo o que for palavra...e "on line", bem, isso deve ter sido mais uma ideia de algum professor...
