DÚVIDAS

Aplicar pontuação em «Não esquece que no sábado tem a festa da Carol»
Minha nora me enviou uma mensagem desta maneira: «Ahh não esquece que no sábado tem a festa da Carol.» Como estávamos marcando algo para o final de semana, entendi como uma negativa, tipo para esquecer tudo, pois havia a festa da Carol, só que na verdade ela estava só colocando para que eu não esquecesse da festa no sábado, eu disse então que ficaria mais claro se colocasse desta forma («Ahh, não esquece que no sábado, tem a festa da Carol.») Eu acho até que esteja faltando mais alguma coisa na primeira frase para que fique bem compreendida. O que você acha?
Predicativo na voz activa vs. aposto na voz passiva
Estou lhes escrevendo, pois surgiu no decorrer de meus estudos uma dúvida sobre sintaxe. Em uma voz ativa, se eu tenho um predicativo do objeto direto, esse mesmo elemento representado será predicativo do sujeito na passagem para a voz passiva. Mas se eu, na voz ativa, tiver um predicativo do sujeito com um verbo, nesta oração, sendo transitivo direto, gerando assim uma voz passiva, o termo que foi predicativo do sujeito será o quê? Em exemplo concreto eu tenho: «A noiva ofereceu os lábios contrariada» (predicativo do sujeito). «Os lábios foram oferecidos pela noiva contrariada» (predicativo? adjunto adnominal?) Desde já agradeço a atenção.
Cinco marcos «na memória»
A dúvida é sobre o emprego de da ou na na letra de uma música que estou compondo. Ela fala sobre monumentos de cimento da minha cidade que retratam a história da nossa gente. Estou com dúvida no verso. São cinco pedras cravadas,Cinco marcos «na memória» (ou «da memória»),Pelas mãos do Mestre Batista,Perpetuando a nossa história. Gostaria que me ajudassem, depois de pronta mando a música para vocês. Obrigado.
O futuro do subjuntivo referido a situações improváveis
Estou a tentar encontrar uma explicação para a utilização do futuro subjuntivo em situações em que o evento não é provável. Da minha pesquisa, a maioria dos locais que procurei têm uma definição semelhante a esta: «O futuro subjuntivo é utilizado para casos: acções que são prováveis, mas que ainda não ocorreram.» Mas depois é aceitável numa frase como: «Se eu ganhar uma lotaria, vou construir uma mansão.» Ganhar a lotaria não é uma possibilidade provável mas ainda assim o futuro subjuntivo é aceitável aqui. Não será esta uma situação em que, gramaticalmente, só deveríamos ser autorizados a utilizar o "pretérito imperfeito do subjuntivo"? Então eu queria saber até que ponto o futuro subjuntivo está ligado a acontecimentos prováveis? Muito obrigado pela sua ajuda.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa