Higienizar e higienização
O verbo higienizar vem no dicionário da Porto Editora. E higienização existe? Ou expressões como «processo de higienização» ou «uma higienização correcta»?
O advérbio adentro
Já vi respostas vossas sobre o sentido de adentro e sobre o erro «a dentro».
Mas a minha pergunta é: «dentro» e «adentro» podem ser usados indistintamente nos casos em que uma pessoa irrompe por algum sítio?
Por exemplo: podemos escrever indiferenciadamente «Ele entrou pela casa adentro» e «Ele entrou pela casa dentro»?
Ou nestes casos justifica-se mais um termo do que o outro? E, se sim, qual?
Muito obrigado.
O vocábulo quadrienal
Estou em dúvida, quanto ao vocábulo quadrienal, que vi num documento oficial, mas que julgo não existir, para indicar plurianualidade por quatro anos. Poderão esclarecer-me?
Obrigada.
A sonorização das consoantes surdas do latim
Há a possibilidade de, na evolução de totu- para todo, aceitar a dissimilação como hipótese de processo fonológico? Ou apenas a sonorização é válida?
Obrigada.
Maior
"A equipe de Portugal obteve a «maior» vitória de toda sua história". Qual é o significado da palavra «maior»? Significa que foi a vitória mais importante ou a vitória em que a equipe de Portugal fez mais goles?
"A maior feira de informática da américa latina". Qual é o significado da palavra maior? Significa que é a feira que ocupa maior espaço físico ou que é a feira mais importante (respeitável) da América Latina?
«Até acima» e «até cima»
Tenho lido (e também li numa das respostas do Ciberdúvidas, sobre o verbo atestar) a formulação «até acima».
Pergunta: não deveria ser «até cima»?
Por exemplo: «Ligou os joelhos até acima», vs. «cima».
Obrigado.
As iniciais dos acidentes geográficos
Ao escrever o nome de acidentes geográficos, devo fazê-lo utilizando a maiúscula? Ilha de São Luís ou ilha de São Luís? Baía de São Marcos ou baía de São Marcos?
A terminação -ide
Talvez saibam responder-me qual será a razão de tantos bairros e localidades portuguesas acabarem com o sufixo «ide», p. e.: Campolide, Caparide, Carnaxide, Alvide, etc...
Nomes portugueses para cerâmica grega e romana
Venho por meio desta tentar sanar algumas dúvidas quanto à melhor forma de aportuguesar os nomes de alguns tipos cerâmicos provenientes da Grécia e Roma antigas. Para muitos, se não todos, é fácil presumir algumas possibilidades, mas eu gostaria de conferir convosco, visto que são habilidosos no assunto e têm acesso a excelentes fontes, a melhor opção.
São eles: kálathos (presumo "cálato"); kálpis (presumo "cálpis" ou "cálpice" como em pyxis, que ficou píxide em português); psyktér (presumo "psítere"); kylix (presumo "cílice" e achei uma fonte com essa forma); rhyton (achei algumas fontes como "ríton", mas gostaria de checar); loutrophoros (presumo "lutróforo"); askos (presumo "asco"); skýphos (presumo "escífo" e achei uma fonte); kérnos; pinakion (presumo "pinácio"; há fontes que preferem traduzir como "prato de peixe" pela recorrência desse tipo de representação nos vasos); cotyla/cotyle (presumo "cótila" ou pelo menos "cotila"); lydion (presumo "lídio" por tratar-se dum vaso da Lídia); bucchero; lebes; chytra/olla; stamnos (presumo "estamno"); pelike (presumo "pélica").
Agradeço de antemão pela ajuda.
"Rosae"
Porque é que se grafa a palavra "rosae" com o ditongo "ae" pegado e despegado?
