DÚVIDAS

Tradução de nomes estrangeiros
Numa resposta anterior sobre este tema (Bagdade) transcreve-se o seguinte: «(...) Recomenda-se que os topónimos/topônimos de línguas estrangeiras se substituam, tanto quanto possível, por formas vernáculas, quando estas sejam antigas e ainda vivas em português ou quando entrem, ou possam entrar, no uso corrente. Exemplo: Anvers, substituído por Antuérpia; Cherbourg, por Cherburgo; Garonne, por Garona; Genève por Genebra; Jutland por Jutlândia; Milano por Milão.» Conheço e aplico a regra, mas a minha dúvida é exactamente esta: como saber se determinada forma portuguesa está "viva"? No caso concreto, o nome que me suscita a pergunta é Brisgóvia (em alemão, Breisgau). Será que esta forma ainda se utiliza? Como posso ter a certeza, evitando assim escrever palavras "antiquadas"? Desde já muito obrigada pelo vosso esclarecimento.
Ainda «O homem corria e, todavia, era lento»
Parece-me estranha, na frase apresentada pelo consulente Nuno Pinho Melo em 5/2/2009, a coocorrência das conjunções e e todavia, embora admitida pelos distintos consultores Carlos Rocha e Rui Gouveia. A par da evidente redundância, pois ambas têm valor adversativo, ainda há o empobrecimento do estilo e da concisão. «O homem corria, mas era lento» ou «O homem corria, e era lento» ou «O homem corria, todavia era lento». Mais simples e mais elegante.
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