Concordância com «os mais prudentes de nós»
Qual é a concordância correta na frase a seguir? «Os mais prudentes de nós não escreveram (escrevemos) nada sobre o assunto.» Verifica-se que a frase é semelhante a esta: «Muitos de nós não escrevemos nada sobre o assunto», em que a concordância se faz na primeira pessoa do plural. Obrigado.
Ecdótica
Poderiam informar-me, por favor, se há algum dicionário português que ateste a palavra "ecdótica" como a «disciplina que estudia los fines y los medios de la edición de textos» (in «Diccionario de la Lengua Española», Real Academia Española)? Muito obrigado!
Vira-casaca
Tendo em conta o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, nomeadamente a redação da base XV, «Do hífen em compostos...», n.º 1.º e observação, será correto que «vira-casaca» vire «viracasaca»?
A origem do nome Mepril
Qual a origem do nome Mepril (nome de pessoa)?Obrigada.
Barreiro ou barreira
As pedras, vão buscar na pedreira; a areia, no areal. E aonde vão buscar o barro?
Aliás: como se chama o lugar de onde as fábricas cerâmicas tiram a materia-prima?
"Tamarin"
Qual é o nome em português correspondente a "Tamarin" ? Em latim "Sanguinus mystax". Trata-se de um pequeno macaco da América do Sul usado como modelo experimental na hepatite G.
Sobre paráfrases
Gostaria de ter alguns exemplos de paráfrases.
Plural em estrutura de coordenação [2 adjectivos + 1 nome]
Qual a forma mais correcta:
«... a pequena e a média burguesia...»
ou
«... as pequena e média burguesias...»?
Isto é, se retirar o segundo determinante (no primeiro exemplo), terei de colocar o primeiro no plural? E a palavra burguesia fica no plural?
E neste caso direi: «O 2.º e 3.º ciclo de escolaridade» ou «Os 2.º e 3.º ciclos de escolaridade»?
Sobre a grafia de tribo e íman em José Saramago
Por que José Saramago escreve “tribu” e “íman” em suas obras? Essas grafias são corretas em Portugal? A primeira principalmente me chama mais atenção, porque seria obrigado a pronunciá-la como oxítona, bem diferente da paroxítona “tribo”.
Sobre um vocativo em soneto de Camões
Deparei-me recentemente com um soneto camoniano, cuja análise sintáctica me suscitou algumas dúvidas, designadamente o seguinte contexto: «Lembranças que lembrais meu bem passado para que sinta mais o mal presente, deixai-me (se quereis) viver contente não me deixeis morrer em tal estado.» Gostaria de saber qual a função sintáctica de «lembranças» (v.1). Julgo ser um vocativo, todavia a ausência de vírgula gera algumas dúvidas. A oração principal será «lembranças ... deixai-me viver contente». Pelo meio ficam a relativa e a final. O sujeito da principal só poderá ser um «vós» subentendido, nunca «lembranças», que assim apenas poderá ser um vocativo. Estarei correcta? Grata.
