Plural de fax e xerox
Palavras como fax (ou telefax) e xerox têm plural?Sou jornalista em Belém, Norte do Brasil (a cidade, aliás, tem forte influência portuguesa), acesso a Internet de minha própria residência e gostaria de aproveitar para dar-lhes os parabéns por esse trabalho tão útil para todos nós.Com certeza, voltarei outras vezes para tirar novas dúvidas.
A origem do sobrenome Domingos
Qual a origem do sobrenome Domingos? Esse sobrenome é de origem portuguesa?
A origem da palavra corrupção
Eu gostaria de saber as origens da palavra corrupção. Qual sua definição etimológica e o contexto em que ela se aplica.
Obrigada.
Desejamos-vos
Como é correcto dizer: Desejamo-vos, ou desejamos-vos, um bom ano letivo?
Por exemplo
"Por exemplo" é invariável? Ou é possível pluralizar em situações como esta: "Por exemplos: cachorros, gatos, pássaros e peixes".
«Atar os sapatos», «atar os atacadores» e «atacar os sapatos»
Ouve-se frequentemente dizer: vou atar os sapatos. E eu interrogo-me: um ao outro? Ou será apertar aqueles cordões chamados atacadores? Será uma das acepções do verbo atacar (vou atacar os sapatos) está em extinção? Que vamos passar a ter atadores em vez de atacadores?
Agradeço desde já o grandioso contributo que nos têm dado quanto à superação das nossas dúvidas.
Verbo principal e copulativo («A Joana come o bolo»)
Um verbo pode ser considerado principal e copulativo, ao mesmo tempo? Por exemplo, na frase: «A Joana come o bolo», o verbo comer é principal ou copulativo?
A dupla grafia. Termos aconselháveis em Portugal
Diz-se no texto do Acordo Ortográfico – Base IV:
1. O c [...] e o p [...] ora se conservam, ora se eliminam. Assim [...]
c) Conservam-se ou eliminam-se facultativamente [...]: aspecto e aspeto, [...] dicção e dição, [...] sector e setor, ceptro e cetro [...].
No entanto, no Vocabulário de Mudança – lista da MorDebe das palavras cuja grafia muda com o Acordo de 1990, diz-se:
Ortografia Nova – Notas
aspecto, aspeto – aspecto não é aconselhável em Portugal [...)
dicção, dição – na prática, a situação anterior não muda [...]
sector, setor
cetro.
Pergunto:
1. Aspecto não é aconselhável em Portugal, ou é errado?
2. As palavras dicção e sector têm as mesmas variações da palavra aspecto e, no entanto, de aspecto diz-se que não é aconselhável em Portugal, de dicção diz-se que a situação não muda e de sector não há nenhuma nota. Qual a diferença? Penso não se perceber a coerência nestas notas...
3. Em relação a ceptro, aparece uma única forma na ortografia nova, enquanto o texto do Acordo, conforme acima, aceita as duas formas facultativamente.
«Eu e os meus amigos»
vs. «Os meus amigos e eu»
vs. «Os meus amigos e eu»
Posso dizer «Eu e os meus amigos», ou «Os meus amigos e eu»?
Uma falante da língua francesa disse-me que em francês não pode existir a segunda possibilidade[1], mas na língua portuguesa não me soam mal ambas as hipóteses supracitadas. Estarei errada?
Grata pela vossa atenção.
[N.E. (1/07/2019) – Trata-se de um equívoco, porque em francês, por uma questão de delicadeza, o recomendado é «mes amis et moi» (= «os meus amigos e eu»), ou seja, o pronome de 1.ª pessoa vem depois da referência a outras pessoas – «ma femme et moi» (= «a minha mulher e eu»), e não «moi et ma femme»). Cf. moi na versão em linha do Dictionnaire Larousse)].
Ainda as vogais nasais
Esta dúvida surgiu na sequência da abordagem a um exercício num manual de Língua Portuguesa, do 3.º ano de escolaridade, e foi discutida entre algumas colegas docentes, mas não conseguimos chegar a um acordo. De acordo com o mesmo manual, na palavra ontem, a vogal o é nasal. Perguntamos: e a vogal e? Algumas colegas não a consideram nasal, por não ter til nem estar junta a "n". No entanto, para além de estar junta a "m", formando o grafema "em", tem o som semelhante a "ãe", que é um ditongo nasal. Assim, agradecemos um esclarecimento relaivamente às vogais nasais.
