DÚVIDAS

A utilização dos verbos trazer e levar
A minha questão prende-se com a utilização dos verbos trazer e levar. Assim, gostaria que me indicassem quais as frases correctas nos exemplos que a seguir apresento: 1 — Como reagiria se descobrisse o segredo que ela trazia na barriga?2 — Como reagiria se descobrisse o segredo que ela levava na barriga?3 — No quarto ao lado, ouviu-se o choro do bebé. Justin foi até lá e depois trouxe-o para a sala.4 — No quarto ao lado, ouviu-se o choro do bebé. Justin foi até lá e depois levou-o para a sala.5 — Ele pegou na mala que ela trazia na mão.6 — Ele pegou na mala que ela levava na mão. Grata pela atenção.  
Sobre a próclise, a mesóclise e a ênclise
Sou estudante de Medicina na cidade de Catanduva, interior de São Paulo. Sou também um "escritor amador". Escrevo crônicas no jornalzinho da faculdade, e escrevo também poemas e contos. Porém, fico "transtornado" quanto à colocação pronominal. Sempre fico em dúvida se devo usar próclise, mesóclise ou ênclise. Mesmo consultando manuais de gramática, algumas dúvidas permanecem, e fico inseguro quanto a qual colocação devo usar quando estou escrevendo. Desse modo, peço que me ajudem. Gostaria que corrigissem algumas frases tiradas de textos Desde já agradeço-lhes pela atenção. «E lhe darei toda a eternidade.» «E dar-lhe-ei toda a eternidade.» «E eu lhe darei toda a eternidade.» «O carroceiro partia para a capital e lhe prometera um emprego (ou prometera-lhe?).» «Sua mãe não gostou do comentário, e o repreendeu (ou repreendeu-o?).» «Apenas pressentia-as, como flutuações sensitivas, as quais se tornavam cada vez mais densas e nítidas (ou as quais tornavam-se?).» «A vida no vilarejo se lhe tornava cada vez mais chata (ou tornava-se lhe?).» «O modelo de humanidade, que se lhe apresentava em Pindorama.» «O olhos do livreiro arregalaram-se (ou se arregalaram?).» « Teve vários amigos, mas, ao longo dos anos, um a um ia se distanciando, cada qual sendo substituído por outro que também acabava se distanciando.»
Para vs. pára pós-Acordo ortográfico de 1990
Escrevo para dizer que aprecio positivamente o Acordo Ortográfico. Porém, e deparando-me com a regra em que se menciona a indiferenciação gráfica entre para (preposição) e pára (forma verbal), não compreendi a lógica desta opção. De facto, até cheguei a fazer alguns exercícios (bastante caricatos) sobre como esta situação pode ser francamente confusa. Passo o exemplo: «Para para que possas reflectir,para para que possas sonhar calmamente,para que o teu trabalho seja frutuoso para,para para olhar o teu redorcom a placidez dos sábios.Para com as soluções gratuitas,para com o facilitismo imprudentepara com a melhor das intençõessingrares depois num áureo caminho.» Qual é, enfim, o sentido desta regra?
O masculino de águia e de falcão
O meu filho frequenta o 8.º ano numa escola do Porto. Num teste de Português a professora pediu o masculino da palavra águia tendo o meu filho indicado "águia (macho)". A professora considerou errada a resposta dizendo que a resposta correcta seria falcão. Parece-me que águia e falcão são espécies distintas pelo que, em meu entender, a professora não tem razão. Gostaria que esclarecessem esta situação. Obrigado.
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