A maior palavra da língua portuguesa
A maior palavra da língua portuguesa não é "pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico"? A palavra está registrada no novo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, tendo por definição «estado de quem é acometido de uma doença rara provocada pela aspiração de cinzas vulcânicas».
«Em hipótese alguma» e «em hipótese nenhuma»
Creio que não compreenderam a dúvida do consulente na pergunta A expressão «em hipótese nenhuma». Ele estava questionando a respeito do contraste entre «em hipótese nenhuma» e «em hipótese alguma», que é outra forma bastante usual no Brasil.
Palavras complexas e grau aumentativo
Segundo o acordo ortográfico (explicação que me deram hoje), as palavras pedreiro, infeliz e outras derivadas são palavras complexas. Não foi assim que aprendi e que confirmei na gramática de Celso Cunha. Palavras com afixos seriam simples, e palavras compostas seriam, por exemplo, aguardente e as que têm hífen?
Será que podemos considerar netão grau aumentativo de neto?
Agradeço informação.
Etimologia de "amigo"
Gostaria de saber qual é a origem da palavra "amigo".
Ouvi duas hipóteses:
- ou seria proveniente de "ad + mecum" = ad (marcando aproximação) + mecum (cum me)
- ou seria ligado a "am", marcando aproximação com amar/amor
Qual é a verdade etimológica?
Obrigado.
Há anos não a vejo
Com referência ao período " Há anos que não a vejo", apresentado por mim anteriormente, devo dizer que minha dúvida respeita à classificação da oração " que não a vejo ", e não à análise sintática de seus termos. A propósito, discordo, se me permite, de se classificar a dita oração como temporal: a mim, me parece ser oração principal, mesmo porque podemos escrever " Há anos não a vejo ", sendo "que" palavra expletiva. " Há anos " seria, em meu ver, oração adverbial temporal justaposta. Gostaria de comentário a respeito, que já merece meus agradecimentos.
Egrégio(s)
Qual o significado da palavra "egrégios" constante no hino nacional?
A terminação do plural dos substantivos entre parêntesis
É normal escrever-se um substantivo no singular acompanhado da terminação do seu plural entre parêntesis, por exemplo, documento(s) ou autor(es).
Gostaria de saber se o mesmo também se aplica a substantivos cujo plural se forma mudando:
ão em ões/ão em ães, por ex.: organização(ões)?
al, el, ol, ul mudando o l em is, por ex.: metal(ais)?
Não me parece correto, uma vez que a formação do plural não ocorre com a simples junção de um s, mas, sim, com a troca de ão por ões, por isso a minha dúvida.
Muito obrigada.
Tetracampeão = quatro vezes campeão
Achei muito interessante a controvérsia no Ciberdúvidas entre Alfredo Farinha e Vasco Baptista Mendes acerca de tetracampeão e pentacampeão terem de corresponder ao clube que ganha quatro ou cinco campeonatos seguidos. Se não fosse pedir muito, também apreciaria uma posição clara da Sociedade da Língua Portuguesa sobre o assunto. O prof. F. V. Peixoto da Fonseca ou o prof. José Neves Henriques, ambos membros do seu Conselho Científico, não se poderiam pronunciar?
Prosódia: coros, corvos, fornos
Qual a prosódia correta para alguns plurais como: coro/coros, corvo/corvos; forno/fornos.
Tenho ouvido as mais variadas formas - córos/côros, fórnos/fôrnos, córvos/côrvos - das mais diversas e confiáveis fontes, e, confesso, apesar de minha razoável experiência, fico em dúvida.
Acidente e incidente
Gostaria de saber qual a diferença entre as palavras acidente e incidente, e quando elas devem ser empregadas.
