DÚVIDAS

A noção de perífrase verbal
Preciso de ajuda sobre o tópico “perífrase verbal”. Tenho um trabalho da faculdade sobre esse tema e locução verbal, mas nas referências pesquisadas os autores falam muito superficialmente, outros nem falam disso e outros, ainda, dizem que é a mesma coisa... estou perdida! Estou procurando ajuda no Google e encontrei alguns “sites”, mas sem muitos esclarecimentos também. Aproveitei para enviar mensagens a todos que encontrei o endereço. Se puder ajudar, vai ser de grande valia! Conto com a ajuda e conhecimentos de todos. Desde já agradeço qualquer colaboração.
A colocação do advérbio também
Antes de mais nada, gostava de dar os meus parabéns à equipa do Ciberdúvidas pela criação deste sítio. É excepcional! A dúvida que gostava de expor ao Ciberdúvidas reside na colocação do advérbio também. Agradeceria que comentassem a sua colocação nas frases seguintes: a) «Eu também fui a Vila Real.» b) «Também eu fui a Vila Real.» c) «Eu fui também a Vila Real.» d) «Eu fui a Vila Real também.» Empiricamente, uso a alínea a), mas encontro muitas pessoas a usarem a alínea b) e algumas a usarem a d). Como fui ensinada a colocar alguns advérbios junto ao verbo, parto do princípio que a alínea c) também está correcta; no entanto nunca a uso, pois a frase não parece fluir tão bem como a a). Agradeço desde já a atenção dada à minha questão.
As palavras vendável e vendível
A minha dúvida é referente às palavras vendável e vendível. A opinião que eu tinha (e ainda estou reticente em mudar) era de que a palavra vendável se referia a algo que se pode vendar, e vendível, a algo que se pode vender. No entanto, depois de várias situações em que ouvi usar vendável para vender, fui consultar dicionários, e qual não foi o meu espanto quando vi que vendável remetia para vendível, tendo por isso o mesmo significado. Gostaria de saber se podemos usar as duas palavras aplicadas a algo que se pode vender e, nesse caso, que palavra se usa para algo que se pode vendar.
Traze-lo e faze-lo
Agradeço-lhes o link que me enviaram, mas a minha dúvida persiste, pois tanto nas linguagens atuais literária e corrente como em vários livros com exercícios gramaticais as formas verbais traze-lo ou faze-lo nao existem, ou seja, usa-se a mesma forma verbal para a segunda pessoa do singular do presente do indicativo e para o imperativo; Trá-lo ou Fá-lo. A título de exemplo cito o livro de Leonel Melo Rosa, Vamos Lá Continuar!, na página 91, exerc. 25: «Trazes o disco logo à noite?» < «Trá-lo.» Será que me podem esclarecer?
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa