DÚVIDAS

O hífen nos nomes dos animais e das plantas (norma de 45)
De acordo com o AO de 1945, como se devem escrever os nomes dos animais e das plantas? Sempre com hífen? Ou existem excepções? (Sei que com o AO de 1990 todos estes nomes têm hífen). A seguir apresento alguns exemplos para me informarem como devem ser escritos correctamente de acordo com o AO de 1945: arranha-lobos, genciana-das-turfeiras, campainhas-amarelas, fava-de-água, borboleta-azul-das-turfeiras, azulinha-do-bocage, aranja-dos-charcos, nêspera-dos-lameiros, azulinha-do-tomilho, ziguena-dos-pântanos, aranha-vespa, tecedeira-acuminada.
Traze-lo e faze-lo
Agradeço-lhes o link que me enviaram, mas a minha dúvida persiste, pois tanto nas linguagens atuais literária e corrente como em vários livros com exercícios gramaticais as formas verbais traze-lo ou faze-lo nao existem, ou seja, usa-se a mesma forma verbal para a segunda pessoa do singular do presente do indicativo e para o imperativo; Trá-lo ou Fá-lo. A título de exemplo cito o livro de Leonel Melo Rosa, Vamos Lá Continuar!, na página 91, exerc. 25: «Trazes o disco logo à noite?» < «Trá-lo.» Será que me podem esclarecer?
Nascido a/nascido em
Diz-me a memória escolar que ao escrever a data de nascimento se utilizaria a preposição "a" como em "nascido a 24 de Janeiro de 1847" e que ao escrever o local de nascimento se utilizaria a preposição "em" como em "nascido em Vila Pouca de Aguiar". Tudo corria pelo melhor dos mundos sem que qualquer dúvida me assaltasse... até que fui obrigado a escrever - assim me saiu - "nascido em 1924". E fiquei na dúvida: "nascido em 1924" ou "nascido a 1924" (a primeira forma soa-me bem, a segunda soa-me mal )? Fica portanto a dúvida: existe ou não regra? se existe, como se aplica?
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa