DÚVIDAS

Sobre o verbo “ociar”
Num livro que lia, encontrei o verbo "ociar". Fácil de compreender o seu respectivo significado, principalmente para quem conhece as palavras; ócio s.m., ocioso (ô) ociosa (ó) ociosos (ó) ociosas (ó), ociosidade s.f., ociosamente . (Do verbo lat. , otiāri) = Repousar Além de eu ter uma pequeníssima memória da sua existência nos meus tempos idos, a dúvida foi mais forte e pensei que fosse um neologismo.  Pesquisando na net, encontrei-a no espanhol (ociar) e no italiano (oziare), nada no português ou galego. Pesquisando em dicionários do século XIX, encontrei o verbo ociar. Como já tivemos este verbo, não é um neologismo, mas um arcaísmo, mas, como parece que o verbo está a ser reintegrado no nosso dia a dia, poder-se-á dizer que é um paleologismo? Neologismo = é o emprego de uma nova unidade lexical. Arcaísmo = emprega de modo passivo uma palavra que já não pertence ao âmbito lexicográfico. Paleologismo = é o reemprego de uma palavra que já existiu na língua, entrou em desuso e foi reincorporada.  Além de que a palavra "paleologismo" parece ser um neologismo, porque não a consegui encontrar nos dicionários portugueses mais famosos. Parece que temos que dar graças ao google.  Obrigado. 
A vírgula antes da expressão «de modo que»
Agradeço desde já o vosso valioso esclarecimento quanto a esta minha dúvida sobre a colocação (ou não) da vírgula antes da expressão «de modo que» nas duas frases que se seguem: «Coloque as suas mãos à frente das grelhas de ventilação, de modo que possa verificar as condições de funcionamento.» «Os componentes físicos determinantes para as características metrológicas devem ser concebidos de modo que possam ser protegidos contra a fraude.» Parece-me que a primeira frase fica melhor/correcta com uma vírgula antes da expressão «de modo que», enquanto a segunda frase fica melhor/correcta sem vírgula. Estarei certo? Uma vez mais os meus agradecimentos.
Regra para distinguir o futuro do conjuntivo do infinitivo pessoal
Gostava de saber a vossa opinião a respeito de uma certa M. T. Piacentini, professora de português, que, num site brasileiro dedicado à gramática da língua portuguesa, dá o seguinte exemplo de infinitivo pessoal:    «Ficaremos mais satisfeitos a cada novo produto que fabricarmos.» Cá, em França, entre os nossos estudantes, confundir o infinitivo pessoal com o futuro do conjuntivo é considerado erro de palmatória.    E lá?
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