Análise morfossintá(c)tica (Nomenclatura Gramatical Brasileira)
Qual a análise morfossintática completa de «Luís é citado em conversa entre envolvidos com a máfia das obras»? Por favor, podem responder à luz da Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB)?Obrigado.
Procedimental, novamente
O uso do termo procedimental(ais) é correcto?
Engomadoria
Gostaria de saber como se denomina o serviço de passar a ferro. Vejo escrito por todo o lado "engomadoria", mas fui à procura no dicionário e não encontrei; encontro apenas engomaria.
Valor comparativo do relativo qual
Veja-se o seguinte passo: «Eles não deixaram seus corpos como pagãos, mas sim quais cristãos de fé vigorosa, um acreditando em Cristo antes de sua vinda, o segundo, depois dela.»
Considerando que o pronome quais está ali com o valor da conjunção como, não deveria estar no singular («qual cristãos»)?
A posição de Epifânio Dias sobre o caso é considerada canônica atualmente?
Obrigado.
A pronominalização de complementos directo e indirecto
Estamos a levar a cabo um pequeno trabalho sobre a pronominalização de complementos directo e indirecto. Temos vindo a verificar um fenómeno interessante: os falantes usam frequentemente -lhe em pronominalizações que deveriam ser -o/a ou -os/as. Exemplo: «Ele viu o João ontem à tarde» — *«Ele viu-lhe ontem à tarde», entre outros. Gostaríamos de saber se também verificou esta ocorrência e quais as possíveis explicações para este facto. Também gostaríamos de questioná-lo sobre a existência de algum artigo relativo a este aspecto que poderíamos consultar. Desde já agradecemos a sua atenção. Saudações linguísticas...
O feminino do substantivo interditando
Gostaria de saber se o substantivo interditando é comum de dois gêneros. Nos textos jurídicos, é muito comum encontrar a referência à mulher como sendo a «interditanda», mas há dúvidas com relação à existência desta última forma.
O género das marcas comerciais
Porque dizemos «Traz-me o Cerelac», «Traz-me o Nestum», mas «Traz-me a Milupa»? Qual o critério de género em marcas comerciais? A pressuposição de «Traz-me o (prato de/produto) Cerelac», mas «Traz-me a (farinha/papa) Cerelac»? Será que posso usar os géneros indiferentemente consoante o substantivo que estou a presumir omitir?
A origem da palavra ribanceira
Qual é a origem etimológica da palavra ribanceira?
«De tempos a tempos»
Tenho um livro em fase de revisão final, tendo o revisor emendado a frase «José só vai a Lisboa de tempos a tempos» para: «... de tempos em tempos». Gerou-se alguma controvérsia, havendo ainda quem sustente que ambas as formas estão correctas.
O deve e o haver
Quando se juntam as palavras calmamente e ordeiramente, faz-se o trânsito do sufixo -mente apenas para a segunda palavra, dizendo «calma e ordeiramente». É correcto fazer o mesmo em verbos? Estou a ver na televisão neste momento, relativo às dívidas do Estado português, escrito «deve e haver». O correcto não deveria ser «dever e haver»? A letra r não é propriamente um sufixo, faz parte da palavra, não me parece que possa haver trânsito.
Muito obrigado pela atenção.
