Sobre a história da grafia de acidente
Gostaria de saber por que na língua portuguesa a palavra acidente não possui o c duplicado como ocorre nas outras línguas latinas e também no inglês (accident).
Se foi retirado ou se, simplesmente, nunca o teve.
Desde já, agradeço.
A expressão «(não ser) nada por aí além»
Qual a versão corretamente bem escrita: "nada por aí além" ou "nada por aí e além"?
Levar = «dar acesso»
Sobre a semântica do verbo levar, e tendo em conta a frase abaixo, perguntava-vos se o verbo destacado é possível (enquanto sinónimo de "oferecer"):
«A família leva-nos a aventuras incríveis.»
Obrigado.
A grafia de busto-relicário
Acabo de ler "busto-relicário".
Nestes casos, o hífen ainda se justifica?
«Estar com (uma) rebarba» (calão)
Gostaria que me dissessem o que significa a frase «estou com uma rebarba».
O género de garupa
A questão é morfológica e toca o emprego do artigo definido.
É sabido que a moto tem garupa. Quem viaja na garupa é «a garupa» ou «o garupa»?
Garupa é substantivo sobrecomum, comum de dois gêneros ou de gênero incerto?
Obrigado.
O nome Adidas (marca)
Algumas empresas estão adotando seus nomes com letra minúscula, por exemplo: adidas.
Neste caso, em títulos e início de frase, devemos respeitar a grafia usando tudo em letras minúsculas ou a inicial deve ser em letra maiúscula?
1) Adidas lança um novo tênis.
2) adidas lança um novo tênis.
«Puxar a alguém» e «puxar por alguém»
É correto dizer:
«Maria puxou pelo pai»
Ou deve dizer-se «Maria puxou ao pai»?
A grafia de super-heteródino
Como se escreve/lê a palavra seguinte: "superheteródino", "super-heteródino", ou "super-heterodino"?
No Brasil escrevem "heterôdino", mas desde há muitos anos que leio e escrevo a palavra como grave.
Cumprimentos.
Dissimilação de /i/ e pronúncia de litígio
Tal como em ministro ("menistro"), vizinho ("vezinho"), feminino ("femenino"), etc., existe fenómeno de dissimilação em litígio ("letígio")?
