(e não «fez-se amigo de mim»)
«Fez-se meu amigo»
(e não «fez-se amigo de mim»)
(e não «fez-se amigo de mim»)
Gostaria de saber se podemos dizer «ele fez-se amigo de mim», ou se devemos dizer apenas «ele fez-se meu amigo». Se não for possível, gostaria de saber a razão, sobretudo porque creio ser possível dizer «ele fez-se amigo dele/ele fez-se amigo de João», assim como «ele fez-se seu amigo», etc.
Obrigado e continuação do bom trabalho.
«Muito pior»
É correcto usar «muito pior»?
«O filho foi chamar o pai»
Gostaria que me esclarecessem como fica a seguinte frase na passiva:
«O filho foi chamar o pai.»
Obrigada pela vossa sempre preciosa ajuda.
«O mais absoluto»
«Uma descoberta desta importância deve estar rodeada do mais absoluto segredo!»
Em que grau se encontra o adjetivo absoluto? Para mim e alguns colegas, o adjetivo está no grau superlativo relativo de superioridade, mas nas soluções do exercício diz que está no grau normal.
Será que é um erro?
O substantivo conferência (regência)
Gostaria de saber se, na expressão «Conferência em Glândulas Salivares» (relativamente a um evento científico, tipo congresso), é adequado utilizar-se a preposição em (ou, porventura, se seria preferível outras, como de ou sobre).
Grato.
A regência do verbo combinar antes de infinitivo
O verbo combinar aceita a preposição de no caso «combinar "de" ir à festa com os amigos», ou o correto é «combinar ir à festa com os amigos»?
Obrigada.
O verbo ficar como auxiliar da voz passiva
Agradeço que procedam à análise sintática da frase «ficaram conhecidos pelo mundo».
Grata.
A classificação de seu
em «seu preguiçoso»
em «seu preguiçoso»
Como classificar seu na expressão «seu preguiçoso»?
«A terça parte»: quantificador numeral fracionário?
«A terça parte», correspondendo a «um terço», pode considerar-se um quantificador numeral fracionário?
Pouco, quantificador existencial
Na frase «os cavalos comeram poucas peras», poucas é advérbio de quantidade, ou é um quantificador?
