A origem e o significado de «(Rua das) Andresas» (Porto, Portugal)
Gostaria de saber a origem e o significado de uma rua chamada Rua das Andrezas, no Porto.
A grafia de alguns termos médicos
Existem vários termos médicos que se escrevem de maneira diferente dependendo do dicionário ou dos livros, e alguns são mesmo inexistentes nos dicionários.
Por tudo isto, gostaria que me esclarecessem sobre a ortografia dos seguintes termos médicos: "metastização" ou "metastisação", "esofagogástrica" ou "esófago-gastrica", "gastro-esofágica" ou "gastroesofágica", "esteato-hepatite" ou "esteatohepatite", "gastroenterite" ou "gastrenterite", "traqueo-esofágica" ou "traqueoesofágica", "pós operatório" ou "post operatório", "pós-rádica" ou "post rádica".
Obrigada.
«Ser useiro e vezeiro»
A palavra "veseiro" está correcta, ou dever-se-á escrever "vezeiro" (de vez), por exemplo, «ser useiro e veseiro»?
Sobre o nome Crono
Pode-se escrever "Kronos", ou tem de se escrever sempre Cronos?
Obrigado.
Hipoactividade
Qual a forma correcta de escrever: "hipoactividade", "hipo-actividade", ou "hipo actividade"?
Obrigado.
A pronúncia de toxicodependente
Deve escrever-se "toxicodependente", ou "toxico-dependente"?
Que acentuação?
Que pronúncia?
Novo AO, oposição portuguesa, sintaxe
Vejo comentários nesta página (não gosto de site ou sítio, pois não descrevem a realidade, vez que o se busca não é a localização lógica do servidor da página, mas sim do conteúdo, ou seja, a página) acerca do acordo ortográfico celebrado entre o Brasil e Portugal e espanto-me (vou utilizar a norma aqui, embora normalmente eu jamais falaria utilizando a ênclise) com o tom raivoso dos portugueses. Primeiro, porque a repercussão desse acordo aqui no Brasil foi mínima, ou seja, os brasileiros não deram por ela. Segundo, eu pergunto e se em vez de o acordo cortar os "c" e os "p" inúteis das palavras o Brasil passasse a escrever dessa forma haveria tanta gritaria em Portugal? Acho que não!
Eu acho que a questão para tanto barulho por algo que não tem som não tem origem na língua, mas sim no fato de Portugal estar sentindo-se colonizado pela colônia. Nós poderíamos chamar esse sentimento de complexo de metrópole.
Será que é isto que está "a ocorrer" (como vocês podem ver, eu posso escrever utilizando formas portuguesas sem maiores problemas. E os portugueses podem fazer o mesmo?)?
Coloco as duas questões para apreciação, embora reconheça que não são sobre a língua, mas sim sobre geopolítica.
Sobre a palavra porneia
Qual é a tradução da palavra pornéia? Eu gostaria de saber a tradução dela do original grego, já vi muitas traduções, mas sempre com palavras semelhantes. Eu gostaria de saber o verdadeiro significado dela. Se vocês puderem, me respondam, por favor.
Muito obrigado. Deus abençoe.
Algumas palavras na nova ortografia
Estou redigindo um manual e gostaria de fazê-lo já com a nova ortografia vigente, seguem abaixo algumas palavras em que estou com dúvidas:
– alto-falante ou altofalante
– matéria-prima ou matériaprima
– auto-atarrachante ou autoatarrachante
Desde já contando com a atenção dos senhores,
Alteridade e outridade
«Alteridade (ou outridade) é a concepção que parte do pressuposto básico de que todo o homem social interage e é interdependente de outros indivíduos. A existência do “eu-individual” só é permitida mediante contacto com o outro.»
Este é um parágrafo retirado de umas fotocópias que deram a um colega meu para fazer um trabalho sobre isso integrado nos cursos Novas Oportunidades.
Dado que nunca tinha ouvido falar nem numa nem noutra palavra, a despeito de ter consultado o dicionário e só ter encontrado “alteridade”, foi “outridade” que me "despertou" mais desconfiança, e daí a minha pergunta. Mais fiquei, agora, após os senhores me haverem enviado o e-mail com tanto ou mais incredulidade que eu no que respeita ao desconhecimento de tal palavra.
Procurei, entrementes, no Google sobre a palavra e encontrei isto: «A outridade refere-se às figuras do imaginário que pertencem a uma parte do corpo social que não é a nossa (dos leitores), sempre dessemelhantes, sejam menos confiáveis ou mais perigosas, notáveis em suas diferenças, carentes estas de nossa atenção, na medida em que suas atitudes, formas de vida, culturas próprias nos atingem de modos mais ou menos intensos. Chamamos “Outro” às séries de paisagens socioculturais e políticas frente às quais a mídia estabelece distâncias relativas, calculadas, homólogas ao afastamento que seus públicos mantêm. Frente ao Outro é preciso resguardar-se, diz o enunciador mapeador, qualificando-o de exótico, ao exibi-lo para o display, mas, em outros casos, é preciso ocultá-lo do holofote, deixá-lo nas margens; assim, ele pode ser assimilado, admitido ou segregado (LANDOWSKI, 2002); em certos casos, será necessário inscrevê-lo como inimigo, excluindo-o.»
Deixo aqui a ligação.
Agradecida pela atenção.
