Pelourinho Meter água «… o resultado foi devastador: água por todos os lados, tiros certeiros na gramática e a língua a pique, tendo surgido, aos borbotões, “emersões” e “imersões”, “emergíveis”, “imersíveis” e “imergíveis”». Texto publicado no jornal “i” de 27/08/2012, na coluna do autor “O ponto no i”. Wilton Fonseca · 27 de agosto de 2012 · 4K
Pelourinho Uma moral fortemente abalada «Todos sabemos que não é só nos Jogos Olímpicos que Portugal fica aquém das metas e longe das medalhas. Mas se no desporto essas falhas têm sobretudo consequências para a moral nacional, na economia costumam ter preços bem mais altos.» Editorial do jornal Público de 24 de agosto de 2012, sob o título "Falta saber o preço de não atingir a meta". José Mário Costa · 26 de agosto de 2012 · 3K
Pelourinho Um h pela medida grossa Medidas até podia havê-las, para o caso em apreço (o “vapor” «que vai faltando» à publicidade nos media portugueses, na televisão em particular). Não as havendo, o “h” naquele há medida que só mesmo pela medida grossa. José Mário Costa · 17 de agosto de 2012 · 5K
Pelourinho Dizer graffiti pensando em vandalismo «Quem puder que estabeleça a fronteira entre a javardice e a arte urbana, entre o irrelevante e a contravenção, entre o vandalismo e o respeito pela propriedade alheia, entre um italianismo e o seu aportuguesamento». Texto publicado no jornal "i" de 13 /08/2012. Wilton Fonseca · 13 de agosto de 2012 · 3K
Pelourinho «Absolutamente excepcional» «Absolutamente excepcional» é tão despropositado (...) como «completamente normal», «totalmente pleno», «absolutamente total» ou «vulgarmente completo». In jornal “i” de 30/07/2012 Não consultei o texto do comunicado do Conselho de Mini... Wilton Fonseca · 1 de agosto de 2012 · 4K
Pelourinho Os erros de escrita não são inevitáveis Um regresso «com desagrado e alguma frustração» do provedor do leitor do jornal Público ao tema recorrente dos erros ortográficos e gramaticais que tanto diminuem quem nele escreve: «Os exemplos (...), entre os muitos (...), não se explicam por distracção ou momentânea negligência. Revelam ignorância, indic... José Queirós (1952-2019) · 29 de julho de 2012 · 7K
Pelourinho Prisioneiros ≠ detidos Sobre a confusão entre «prisioneiros» e «detidos», assinalada neste texto crítico do jornalista Wilton Fonseca na sua coluna O Ponto do i, no jornal i do dia 16/07/2012, à volta de erros cometidos nos media portugueses. Numa altura em que tudo o que ocorre em Espanha interessa sobremaneira aos portugueses, seria desejável que a informação veiculada pela correspondente da RTP em Madrid fosse isenta. Wilton Fonseca · 17 de julho de 2012 · 5K
Pelourinho Soltar a franga Texto publicado no jornal i de 9/07/2012, na coluna do autor, Ponto no i, à volta de erros nos media portugueses.«Soltar a franga», expressão popular brasileira, significa romp... Wilton Fonseca · 10 de julho de 2012 · 15K
Pelourinho // Pronúncia /Félis/, tal como quer e diz, sempre, António Bagão Félix Erro recorrente nos "media" portugueses A incorreta pronúncia do apelido atleta portuguesa Dulce Félix voltou a ouvir-se, apropósito da sua vitória na pova dos 10 000 metros dos Campeonatos Europeus de Atletismo, em Helsínquia José Mário Costa · 2 de julho de 2012 · 36K
Pelourinho Um superlativo mais bem estudado, convinha... Qualquer bom aluno sabe que a forma melhor do advérbio bem não se utiliza antes do particípio passado dos verbos usados com valor adjetival, mas, sim, a forma analítica mais bem (mais bem feito, mais bem estudado, etc.). Não é, manifestamente, o caso ao lado assinalado1. Um caso, de tão repetido, que justificava, pois, uma melhor preparação. Era só o assunto estar mais bem estudado no jornal que erigiu o Acordo Ortográfico como fonte de todos os maus tratos à língua portuguesa. José Mário Costa, Maria Regina Rocha · 25 de junho de 2012 · 7K