Pelourinho Ninharias francófonas É conhecida a apetência especial do ex-Presidente português, Mário Soares, em falar francês com pronúncia portuguesa. Por exemplo, Mitterrand ("mon ami Mitterrand"), ele diz sempre: "Mitterand", como se Mitterrand se escrevesse só com um r e mal tocando no r. É uma opção, um estilo, uma marca distintiva que só fica bem a um lusófono ainda com responsabilidades públicas. Choca, por isso, só por isso, vê-lo dar assim o dito pelo não dito na inversa, i... João Carreira Bom , José Mário Costa · 21 de abril de 1997 · 3K
Pelourinho "Aváis" "encapuçados" Sobre dois erro muito recorrentes: "encapuçados", em vez de encapuzado(s), e o plural de aval. José Mário Costa · 17 de abril de 1997 · 3K
Pelourinho Enquanto isso, em Portugal… Muitas das palavras que os brasileiros usam em inglês são substituídas em Portugal por equivalentes na língua-mãe. Veja alguns exemplos: Aids - em Portugal é Sida, sigla que corresponde à tradução Síndrome de Imunodeficiência Adquirida blecaute - apagão boy - moço de recados cam... Revista Veja · 9 de abril de 1997 · 4K
Pelourinho // Falsas etimologias «Desfolhe-se a lista»? Desfolhar dif. de folhear Desfolhar significa tirar, arrancar as folhas e folhear quer dizer percorrer as folhas de um livro... Carlos Marinheiro · 7 de abril de 1997 · 4K
Pelourinho Uma palavra a mais Os relatores e comentadores futebolísticos da rádio e televisão enfrentam, no dia-a-dia profissional, uma tarefa árdua: comunicar o essencial em pouco tempo e poucas palavras. Amadeu José de Freitas, Artur Agostinho e outros, há alguns anos, sabiam ser concisos e rápidos, sem deixar de cultivar uma linguagem chamativa. Eram - Artur Agostinho, felizmente, ainda é - óptimos utilizadores da Língua Portuguesa. Diziam frases simples: «Matateu perdeu a bola»; «Germano ... João Carreira Bom · 4 de abril de 1997 · 3K
Pelourinho // Mau uso da língua nos media Se houvesse mais Claras... Outro atropelo televisivo ao verbo haver Aconteceu com quem e onde menos se esperava... Carlos Marinheiro · 2 de abril de 1997 · 7K
Pelourinho …à /Èspó/ O dr. José Hermano Saraiva, no programa da televisão pública portuguesa "Horizontes da Memória", em 30 de Março, deu novos "horizontes" à pronúncia da abreviatura Expo. Não tanto pelo /èspó/ (em vez de Êispu), já registado entre as diferentes formas como numerosas personalidades pronunciam mal esta «palavra». Mas porque o /Èspó/, na eloquência do dr. Hermano Saraiva, nos lembra o cómico «No!» de D. Bártolo no "Barbeiro de Sevilha". João Carreira Bom · 31 de março de 1997 · 4K