Ipseidade, ipsalateral e o neologismo ipsativo
Quando por exemplo se analisa o grau de progresso de um atleta em função do seu melhor desempenho prévio, diz-se em inglês que se está a fazer uma avaliação ipsative, ou seja, do próprio contra ele próprio. Não encontro um vocábulo equivalente em português, ainda que aquele termo, bem como os seus derivados (e.g., ipsatization) derivem do latim ipse. Não existindo, porque não se cria? Será que as propostas "ipsativa"/"ipsatização" fazem sentido?
«Pedir em casamento»
«Pedir em casamento», ou «pedir para casamento»?
Antecipadamente grato.
Mil e cem, mil cento e um
Desculpem os erros. Eu sou mexicana e agora estou estudando português.
Qual é a forma certa: «mil e cem» ou «mil cem»; «mil e cem e uno» ou «mil cem e uno»?
Tenho dúvidas com a forma correta de falar e escrever os números.
Obrigada.
A palavra verbalizar
A palavra verbalizar significa «expressar ou exprimir por palavras». Este acto de exprimir pode ser pela forma oral ou escrita? A minha dúvida prende-se com o facto de associar o acto de verbalizar unicamente à oralidade. Aplica-se também à escrita?
O verbo demonizar
Existe o verbo "demonizar" em língua portuguesa, tal como existe diabolizar? O primeiro, no entanto, não está registado no dicionário que possuo.
Obrigada.
O aumentativo da palavra noite
Gostaria de saber qual o aumentativo da palavra noite.
A regência do sustantivo comentário
Como se diz correctamente?
«Comentário do» ou «comentário ao»? Por exemplo, «Comentário do Código de Processo Penal», ou «Comentário conimbricence ao Código Penal»?
Obrigada!
O uso de bom senso
Como é correcto?
«Ele tem mais bom senso», ou «Ele tem melhor senso»?
«Ele tem mais mau senso», ou «pior senso»?
A substantivação de adjectivos qualificativos («o engraçado é que»)
Em «o engraçado é que...», «o engraçado» equivale a «a coisa engraçada»? Então, tanto faz dizer «pediu-me que lhe trouxesse a primeira coisa que encontrasse» ou «pediu-me que lhe trouxesse o primeiro que encontrasse»? Acredito que não, mas não sei explicar o porquê.
Ainda a respeito de «o engraçado é que», há uma regra para explicar este tipo de construção?
Desde já lhes agradeço a vossa ajuda.
Vírgula antes das conjunções e e que (explicativo)
Nos períodos abaixo, o emprego da vírgula é obrigatório, facultativo, ou não cabível? Favor justificar.
1) Dize-me com quem andas, e te direi quem és.
2) Dize-me com quem andas, que te direi quem és.
