Em geral, consideramos que as palavras registradas em vocabulários comuns (como Vocabukário Ortográfico da Língua Portuguesa – VOLP – ou Vocabulário Ortográfico do Português – VOP) pertencem ao léxico comum da língua (ver, por exemplo, este artigo, de nossa autoria). Os vocabulários que mencionados na consulta parecem integrar o rol de termos específicos da medicina, ou seja, um léxico especializado.
Não há propriamente uma forma "melhor". Ambas são formas aceitáveis do ponto de vista estrutural: valem-se de uma base conhecida da língua (ruptura, rotura) anexadas ao prefixo re-, também vernacular. Além disso, pesquisando na Internet, ambos os termos são cientificamente aceitos para referir-se ao fenômeno. Assim, não há motivo que faça condenar uma ou outra forma.
Nem tampouco se devem buscar formas "alternativas" dada a ausência de registro daquelas mencionadas. Como argumentei no artigo supramencionado, o VOLP não é uma "legitimação de uso" absoluta: se uma palavra é conhecida e amplamente aceita em uma dada área de pesquisa, ela não requer validação do VOLP, senão do próprio consenso acadêmico. O VOLP se presta, na maioria dos casos, a normalizar casos de palavras de uso amplo, genérico, comum.