Encontram-se abonações da aceção em questão no dicionário da Academia das Ciências de Lisboa:
«2. ter intimidade ou relações constantes com alguém ou com um determinado grupo social, passando algum tempo na sua companhia sinónimos conviver; «a história do senhor muito rico que, admoestando os rapazes que frequentavam as reuniões das filhas, recomendava que fizessem o que quisessem, mas não sujassem os resposteiros.» (J. De Sena, Sinais de Fogo, p. 48) [...].»
Note-se que, quando frequentar tem um complemento direto realizado por um grupo nominal com núcleo num nome que denota um ser humano, o significado torna-se sexual, associado, por exemplo, à prostituição:
«[...] «As prostitutas tinham predilectos, e nós frequentávamos de preferência esta ou aquela.» (J. De Sena, Sinais de Fogo, p. 104)» (ibidem).