DÚVIDAS

Determinantes, quantificadores e pronomes
Ensinamos aos alunos que pertencem à mesma classe as palavras que se podem substituir entre si no eixo paradigmático, mantendo a gramaticalidade da frase. Ora, o critério distributivo não é aplicável à classe dos quantificadores, uma vez que se podem comportar como determinantes (quantificadores existenciais, universais e interrogativos), mas também podem ter um comportamento misto, precedendo o nome ou substituindo o grupo nominal (quantificadores numerais). Se a distinção determinante/quantificador tem apenas uma base semântica, como evitar a mera memorização de definições (e de listas de palavras) no trabalho de explicitação com os alunos? Já em relação aos pronomes indefinidos, o DT não fixou qualquer alteração relativamente à tradição gramatical, ao associar na mesma subclasse o uso pronominal dos determinantes indefinidos e dos quantificadores existenciais, universais e interrogativos. A base semântica, relevante para fixar a quantificação nominal, não foi aqui considerada. Tenho, pois, as maiores dúvidas sobre a condução de um processo de observação que permita tirar conclusões e sistematizar as propriedades das classes e subclasses em apreço: Determinante indefinido vs. pronome indefinido Vieram [outros] alunos./Vieram [outros]. Mas... quantificador (existencial/universal) vs. pronome indefinido Vieram [alguns] alunos./Vieram [alguns]. Vieram [todos] os alunos./Vieram [todos]. Sempre... quantificador numeral Vieram [dois] alunos./Vieram [dois]. Espero ter conseguido explicar as minhas dúvidas. Obrigada pela atenção.
As orações subordinadas substantivas e adjetivas
Ando no 10.º ano e estou a dar (e já dei) a subordinação. Aquelas mais simples, como as orações subordinadas temporais, causais, finais, condicionais, dentro das adverbiais, identifico bem e não tenho problemas. Mas existem também as orações subordinadas substantivas e adjectivas, e é aí que misturo tudo. Todas têm o que, e é-me muito difícil distingui-las, por vezes. Necessitava de uma explicação simples e boa, que me ajudasse a perceber de vez esta matéria. Pedia também um esclarecimento acerca das formas não finitas das orações, quando se usam, etc. Muito obrigada.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa