Acerca da palavra brasão
Eu gostaria de saber se a palavra brasão alguma vez se escreveu com z.
«Fazer sexo»
Estou de momento a realizar a tradução de um capítulo onde a autora fala sobre sexo, contraceção, etc., um livro direcionado para adolescentes. À medida que ia traduzindo, deparei-me com uma dúvida. Diz-se «ter sexo» ou «fazer sexo»? Estou dividida pelas duas opções, pois ambas aparecem online e não sei qual é a mais correcta.
Carrete e carreto
Qual o termo correcto para a peça mecânica dentada: "carreto" ou "carrete"?
A diferença entre trocar e mudar
Sou professora na Colômbia para falantes hispanos, e uma aluna quer saber a diferença entre trocar e mudar. Eu sei como usar esses dois verbos, mas gostaria de dar-lhe uma boa resposta e bem completa, se possível com exemplos.
Muito obrigada, fico no aguardo da sua resposta.
A etimologia e o significado do nome próprio Rogélia
Qual a etimologia e o significado do nome próprio Rogélia?
Do discurso directo ao discurso indirecto na 1.ª pessoa
Quando se fala da transformação do discurso directo para o indirecto, refere-se sempre a passagem do enunciado em 1.ª ou em 2.ª pessoa para enunciado em 3.ª pessoa e exemplifica-se com enunciados onde isso acontece, porém parece-me que há enunciados em 1.ª pessoa ou em 2.ª pessoa que no discurso indirecto se mantêm nessas pessoas. Vejamos, por exemplo, os seguintes enunciados: Discurso directo: «— Sou estudante.»/ Discurso indirecto: «Afirmou que era estudante.» Mas também pode ser: «Afirmei que era estudante.» Discurso directo: «— Fui a minha casa.» Discurso indirecto: «Disse que tinha ido a sua casa.» Mas também pode ser: «Eu disse que tinha ido a minha casa.» No discurso indirecto, os enunciados também se fazem na primeira pessoa ou 2.ª pessoa. Estou errada? As gramáticas não explicam estes casos.
Agradeço uma resposta.
A acentuação e a grafia do substantivo glucagon
O hormônio glucagon, muito discutido nas aulas de bioquímica, causou-me uma dúvida quanto à sua pronúncia: embora quase a totalidade dos professores pronunciem a palavra como se fosse paroxítona (ou grave), sempre soube que se trata de uma aguda (ou oxítona), uma vez que sempre utilizo as três possibilidades de tonicidade para conferir, de acordo com as regras de acentuação, se a profiro de maneira correta. Assim, se fosse esdrúxula, seria acentuada, já que todas as proparoxítonas são acentuadas: "glúcagon". Se se tratasse de uma palavra grave, também seria acentuada, já que se acentuam as paroxítonas terminadas em "n" (próton, fóton, elétron e cátion, por exemplo): "glucágon". Ora, com esta análise, por eliminação e por ter em mente que as palavras agudas terminadas em "n" não levam acento, concluo que se trata de uma palavra aguda ou oxítona. Gostaria de saber se estou correto ou não e por quê.
O gentílico de Campinas (São Paulo, Brasil)
Qual o correto do gentílico da cidade de Campinas — SP?
O gentílico do Havre (França)
Qual seria o gentílico do Havre, cidade francesa?
Muito obrigado.
Sobre a expressão «de anhenha» (Vila do Conde, Portugal)
Desde já vos felicito pelo excepcional serviço que prestam à língua portuguesa.
Tenho uma dúvida em relação a uma expressão coloquial de registo popular usada na zona onde moro, mas cuja grafia e origem me são desconhecidas. Nunca a vi escrita em lado nenhum e há tendência popular para deturpar certas expressões de uso oral. Assim, diz-se de pessoa oriunda de sítio remoto e subdesenvolvido que vem ou é «d´anhenha» (desconfio desta grafia).
Espero que me consigam elucidar e desde já vos agradeço pela atenção.
