Sobre a grafia do topónimo Dobadoura
Estou a preparar um estudo toponímico da Vila de São Brás de Alportel.
Existe um arruamento, a Rua da Dubadoura, que penso estar mal grafada na placa toponímica. Será mesmo Dubadoura, ou Dobadoura?
Variação linguística regional: S. João da Madeira (Portugal)
Estou a elaborar um trabalho que pede: «Identifique diferenças linguísticas da língua portuguesa na região de São João da Madeira, distrito de Aveiro, quer ao nível do léxico (vocabulário), quer ao nível da fonética (som). Argumente acerca dessas diferenças relativamente a outras zonas do país no sentido de pôr em evidência eventuais situações de discriminação (ou não) a nível profissional.»
Estive a investigar em websites, na própria câmara e na biblioteca, e nada referente ao assunto pedido. O que aparece é o seu desenvolvimento da língua e mais nada; caso especifico, nada.
Julgo, jugo e julgamento
Tenho visto várias pessoas usarem a palavra julgo como sinônimo de julgamento. Nunca imaginei que pudesse ser usada assim, como na frase: «Não quero viver sob o seu julgo» (no sentido de julgamento, segundo a pessoa que o escreveu).
Segundo a mesma, jugo é canga, quando eu entendo que pode significar dominação, portanto, julgamento. Quem está certo?
«Tenho clientes à procura de...»
«Tenho clientes á procura de...»
Essa frase está correcta?
«Tantas vezes vai o cântaro à fonte...»
+ «Quem te manda a ti, sapateiro, tocar rabecão?» I
+ «Quem te manda a ti, sapateiro, tocar rabecão?» I
Qual o significado dos seguintes provérbios?
1. «Tantas vezes vai o cântaro à fonte, que algum dia lá deixa a asa.»
2. «Quem te manda a ti, sapateiro, tocar rabecão?»
A função do constituinte «por Tomar»: «Passeei hoje por Tomar a pé»
Na frase «Passeei hoje por Tomar a pé», o constituinte «por Tomar» é complemento oblíquo?Tenho dúvidas quanto à gramaticalidade do par pergunta-resposta: P: O que é que eu fiz por Tomar? R: Passeei hoje a pé.
O pressuposto e o subentendido
Qual o pressuposto e o subentendido na frase «Amigo verdadeiro é aquele que está sempre ao seu lado»?
Análise da expressão «de fome»: «O João morreu de fome»
Gostaria de perguntar qual a função sintática da expressão «de fome» na frase «O João morreu de fome».
Recensão crítica e análise crítica
Gostaria de saber, por favor, se uma recensão crítica é o mesmo que análise crítica.
A pronúncia do nome Ivens
Aprendi com a D. Rosalina, minha professora primária, sobre as expedições de Capelo e Ivens. E aprendi, na altura, a pronunciar Ivens à portuguesa, i. e., [íveins]. E sempre o ouvi assim pronunciado, fosse em referência ao próprio, fosse em referência ao navio de guerra com o seu nome, fosse a uma das ruas por esse país fora.
Há alguns anos, talvez na volta dos anos 80 para os 90, comecei a ouvir Ivens com a pronúncia inglesa [aivenc]. Devo dizer que este modo de pronunciar desde a primeira vez me provocou e provoca urticária.
Hoje ouvi-o de novo e resolvi procurar. Neste sítio, a pronúncia é à portuguesa (com sotaque brasileiro). No Ciberdúvidas, apontam, numa resposta de 1999, a pronúncia inglesa como correcta.
Em que ficamos? Os argumentos utilizados na resposta do Ciberdúvidas não me convencem, até porque são desmentidos na mesma resposta, agora sobre a pronúncia de Garrett.
Ivens era filho de inglês mas era português. Mas se confirmam [aivenc], então porque não [garrê]?
