Uma oração subordinada completiva com função de complemento do nome
Na frase «Ninguém faz ideia de quão imenso é o universo», a oração «de quão imenso é o universo» é subordinada completiva ou subordinada substantiva relativa?
Obrigada pela ajuda.
Orações relativas com «onde»
Na frase «Os extremos do largo são, aliás, os únicos locais onde ainda se veem algumas pessoas a viver o espaço», qual a função sintática da oração «onde ainda se veem algumas pessoas a viver o espaço»?
Na minha primeira análise, seria modificador restritivo do nome, uma vez que é introduzida pelo advérbio relativo "onde" e restringe os locais a que diz respeito... No entanto, parece-me ser obrigatório na frase, o que contraria a definição desse modificador...
Na Gramática da Língua Portuguesa, de Zacarias Nascimento, aparece a informação de que o advérbio "onde" pode introduzir um complemento oblíquo (ex: «Do local onde moro avisto o palácio de Sintra» - neste caso, também está a restringir o local). Se for, de facto, complemento oblíquo, como classificar a oração?
Obrigado.
A função sintática de «à janela»
na frase «A aparição do rei, à janela, foi importante.»
na frase «A aparição do rei, à janela, foi importante.»
Agradecendo, desde já, a vossa ajuda, gostaria que me esclarecessem relativamente à função sintática do segmento assinalado da frase abaixo.
Na frase «A aparição do rei, à janela, foi importante.», «do rei» é um complemento do nome. Qual é a função sintática de «à janela»?
«Levar o carro de casa para a oficina»
Estou com uma dúvida relativamente às funções sintáticas na seguinte frase: «A Sandra levou o carro de casa para a oficina.» Qual é a função sintática de de casa e de para a oficina?
«Diz-mo»
Segundo as regras de colocação pronominal, "diz-mo" deve estar certo. Podem confirmar isto? Contudo, as regras não parecem sugerir a forma "di-me-lo", que é a forma que eu sempre ouvi. Será que "di-me-lo" é um estrangeirismo do castelhano? É uma fórmula correta? Podem dizer-me qual das duas formas é correta e, se forem ambas, qual é a melhor? E porquê?
Muito obrigada.
Quando o s passou a escrever-se z
Apareceu nas redes sociais um livro,"A Cosinheira das Cosinheiras", de Rosa Maria; procurei na BN, e vejo que uma 5.ª ed. é de 1900. Um amigo meu teima em como está mal escrito. Eu digo que está correto, em relação à época. Não me recordo é com que Acordo Ortográfico este s passou a z.
Muito obrigada.
Vírgulas antes de modificadores
Apesar de já existirem aqui várias questões sobre vírgulas, continuo com dúvidas nestes casos:
«Quando os requisitos de elegibilidade do programa forem atualizados, no dia 12 de dezembro de 1996, os utilizadores com acesso a estas funcionalidades atualmente continuarão a ter acesso, mesmo que já não façam parte do programa.»
«As imagens transformadas aparecem agora na secção "Imagens" da página Web, sob o separador "Transformadas".»
Na minha opinião, as vírgulas foram utilizadas corretamente em ambas as frases, mas entre colegas não conseguimos chegar a um consenso. Foi-me dito que estariam incorretas por uma questão de sintaxe, particularmente no que se refere à vírgula antes de "no dia 12 de dezembro" na primeira frase e antes de "sob o separador" na segunda.
Será que alguém me poderia dar uma opinião sobre esta questão? Também gostaria de saber como podemos classificar sintaticamente as unidades entre vírgulas, "no dia 12 de dezembro de 1996" e "sob o separador "Transformadas".
Ainda sobre o uso «dos do ...»
Gostaria de saber se a seguinte frase é gramatical: "Os resultados do grupo A aproximam-se dos do grupo B." Caso seja gramatical, porquê repetir a preposição, o que está a ligar a preposição dos?
Muito obrigada.
Ambiguidade motivada por sujeito subentendido
Na frase «A sogra bateu na nora porque estava bêbeda.», quem é que estava bêbeda, a sogra ou a nora?
Adjetivo, um modificador restritivo do nome
Na frase «Nem aqui me deixa a sua odiosa presença», o adjetivo «odiosa» é complemento do nome ou modificador restritivo do nome?
Muito obrigada!
