DÚVIDAS

Amesterdão, Amsterdão...
Agradeço a interessante resposta dada, mas volto a insistir: embora menos perto da nossa língua, a forma Amsterdão parece-me ser mais feliz pelo seguinte motivo: certas formas aportuguesadas não se impõem sobretudo devido ao seu afastamento do original, que as torna aos olhos de quem lê pouco sensatas: Oxónia, Mompilher, Malinas, etc. No caso vertente, todas as línguas europeias usam «Amsterd...», até porque o nome holandês deriva do nome do rio (Amstel), ao qual, que eu saiba, ninguém quer chamar «Amestel». Pergunto: para que efeito é necessário aquele «e»? Será para ler A-mes-ter-dão? Além disso, a resposta do Ciberdúvidas dá-me um argumento adicional: os brasileiros dizem Amsterdã, i.e., também dispensaram a bengala do «e» mudo. Concluindo, uma rima: Que ames terdão ou ames não, Abusar do mudo não é são.
Ministra
Encontrei a palavra «ministra» num texto antigo, e não consigo determinar o significado exacto. Só sei que não é «ministra» no sentido de membro do governo nem nos que encontrei no dicionário da Porto Editora: «...esposa de ministro; medianeira; roda que, nos conventos, passava a comida da cozinha para o refeitório; utensílio de madeira com um entalhe em que os sapateiros resguardam o fio da faca.» Que mais sentidos pode ter esta palavra?
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