O uso da palavra "ambigrama"
Gostaria de saber se o uso da palavra ambigrama é correcto e, em caso afirmativo, se existem sinónimos. Por ambigrama refiro-me a uma representação gráfica de uma ou mais palavras, que podem ser lidas por rotação ou inversão da dita representação. Este tipo de representações é amplamente referenciado no livro Anjos e Demónios, de Dan Brown, e a palavra ambigrama é usada para identificá-lo. Porém, não encontro o seu significado em nenhum dos dicionários on-line que consultei (www.infopedia.pt e www.priberam.pt).
A colocação do pronome com tempos compostos
Gostaria de saber onde se coloca o pronome (reflexo, complemento directo ou indirecto) com tempos compostos. Depois do verbo auxiliar ou do verbo principal? Depende do verbo auxiliar?
Por exemplo: «Tenho-lhe dado muita atenção.» «Consigo dar-lhe muita atenção.» (?)
O plural de minibus
Gostaria de saber como se deve escrever: "mini-bus", plural "minis-bus"?
Obrigado.
Sobre a palavra compor
A palavra compor é uma palavra composta, ou derivada?
O uso de quem e de que
Relativamente à frase:
«Dá-se a morte simbólica de Ana, quem (1) vai morrendo devagar depois da morte da sua irmã e quem (2), às vezes, parece morrer na companhia de seu marido.»
O uso do pronome quem, em (1) e (2), está correcto? Não deveria ser usado que? Caso esteja correcto, como se justifica tal facto?
Obrigado pela disponibilidade.
O significado da expressão «ler os banhos para o casamento»
Qual o significado da expressão «ler os banhos para o casamento»?
Li numa adaptação de um texto do séc. XIX.
Ainda a redacção das actas
Agradeço a vossa resposta pronta ao meu mail sobre este assunto e o encaminhamento para outras respostas que me poderiam ajudar. No entanto, depois de as ler e pesquisar o vosso site com atenção, mantenho algumas dúvidas, nomeadamente:
– O registo dos números por extenso é obrigatório ou é apenas recomendado?
– Pode-se usar:
– o negrito;
– pontos, travessões ou marcas numa enumeração
– siglas, abreviaturas... (sem nunca identificar por extenso o nome da entidade, programa, projecto...)?
– O itálico não é usado na escrita de palavras estrangeiras como "Word" ou "software"?
– Não é redundante trancar os espaços em branco se o texto for processado no computador?
Procurei resposta a estas questões nas vossas respostas Acta/ata de reunião; Estrutura de uma acta, que remete para Actas: números por extenso; Actas de reuniões e ainda Regras na redacção de actas.
– Há alguma obra que me possam aconselhar que responda a este tipo de questões e que aprofunde as informações prestadas na vossa resposta a Acta/ata de reunião, que apresenta como paradigma um preceito ( o n.º 2 do art.º 63) do Código das Sociedades Comerciais e que não responde às perguntas que estou a colocar?
– Finalmente, e correndo o risco de ultrapassar o âmbito deste site, gostaria de perguntar se para a função pública existe um documento que, tal como o código citado, apresente um preceito para a redacção de actas.
Sobre a classificação de algumas orações
Tenho dificuldades de diferenciar algumas orações. Por exemplo:«As ruas estão molhadas, pois choveu durante a noite.»Essa oração é subordinada adverbial causal, não é?
Mas qual é a classificação desta oração?:«As ruas estão molhadas, logo choveu durante a noite.»Com a mudança da conjunção muda a classificação da oração? Então essa oração é conclusiva?
E quanto às seguintes orações:«Ela estudou muito, mas não passou no concurso.»«Embora estudasse muito, não passou no concurso.»Por que essas orações mudariam de coordenadas para subordinadas somente com a mudança de conjunção? Não consigo encontrar resposta para as minhas dúvidas nas gramáticas.
Obrigada.
Frases copulativas, subordinadas substantivas e "dequeísmo"
É correto afirmar: «A expectativa é de que ocorram pelo menos três casos»? Ou há um caso de "dequeísmo"?
O plural de CFC (clorofluorcarboneto)
Como se escreve o plural de CFC (iniciais de clorofluorcarboneto), pois já vi escrito "CFCs" e "CFC's"?
