«Dia de São Nunca à tarde»
Gostaria de saber qual a origem e significado do dito: «dia de São Nunca à tarde».
Obrigado.
Verbos de processo + processos de formação de palavras
Gostaria de receber informações aprofundadas e bibliografia sobre os seguintes itens:
a) verbos de processo em língua portuguesa; b) todos os processos de formação de palavras em língua portuguesa.
Obrigado.
A vírgula antes da conjunção e
«Esgotado o prazo destinado a esta fase e não havendo retificação a ser feita na ata, dou-a por aprovada.»
Na frase acima, dever-se-ia usar vírgula antes da conjunção e?
Obrigado.
O sujeito de «... haviam se passado cinco minutos»
Cá estou com uma dúvida quanto à forma correta desta frase: «Quando ele chegou haviam se passado cinco minutos.» Gostaria de saber se «cinco minutos» é o sujeito da frase e se, consequentemente, o verbo está flexionado corretamente.
A locução «para mais»
Está correto o uso da expressão «Para mais» no início de uma frase, com o sentido de «Adicionalmente», «Além do mais» ou «Além disso»? Tenho tendência a utilizar esta expressão de vez em quando, mesmo com um certo grau de dúvida sobre se estará correta, pois não encontro grandes referências a não ser o seu uso pontual em alguns sítios da Internet... mas soa-me bem. Estarei errada?
Sobre conjugação pronominal e uso enfático do pronome complemento
Solicito a vossa preciosa ajuda para a apreciação da conjugação do verbo entre parênteses, no texto seguinte:
«Uma nota para este novo desafio e outros que teimarem em aparecer. Se não teimarem, nós [obrigamo-los].»
Inicialmente, conjuguei assim: «Se não teimarem nós [obrigamos-os].»
Conjugando este verbo no presente do indicativo, na 1.ª pessoa do plural com reflexo nas três pessoas do singular e nas três pessoas do plural, temos:
«nós obrigamos-te, a ti»;«nós obrigamos-a, a ela» (ou «nós obrigamo-la, a ela»?)«nós obrigamos-nos, a nós» (ou «nós obrigamo-nos, a nós»?); «nós obrigamos-vos, a vós» (ou «nós obrigamo-vos, a vós»?);«nós obrigamos-as, a elas» (ou «nós obrigamo-las, a elas»?)
Embora não me pareça muito regular, em relação à 1.ª pessoa do singular, eu diria:
«nós obrigamos-me, a mim.»
Desde já obrigado pela vossa preciosa ajuda.
«De volta de»
Ouve-se e lê-se cada vez mais a expressão «de volta de». Pergunto, por isso: é aceitável uma frase como «Aquela pessoa está na sua rotina, de volta dos assuntos habituais»? Não se deveria dizer/escrever «à volta de» ou «em volta de»?
O uso do plural de lixo
Gostaria de saber se existe o plural da palavra «lixo».
A vírgula de Saramago
A dúvida vem a propósito do título do texto de José Saramago na 1.ª página de Ciberdúvidas: «Uma língua que não se defende, morre» [cf. Antologia].
Fiquei com a impressão de que nos primeiros dias aquela vírgula não estava lá (o texto de José Manuel Matias na mesma página parece confirmar isso, pois a frase aparece citada sem a dita cuja), mas hoje dei com ela, e fiquei a pensar se não será um caso de «vírgula entre sujeito e predicado».
Tento fazer frases análogas, e sou forçado a concluir que a vírgula está lá a mais:
«Uma língua indefesa, morre»; «Uma língua que se defende, não morre»;
«Uma língua com aftas, dificulta a mastigação».
Estou certo ou errado?
Desta dúvida, passo para outra:
1. «Quem sabe, sabe»; 2. «Quem sabe sabe»; 3. «Quem sabe... sabe».
Quem sabe dizer-me qual é a pontuação correcta neste caso?
Desde já, muito agradeço.
«Mesmo que» e «mesmo se» + regência de meter e «estar de acordo»
Por favor, estou com dúvidas em relação a três frases e, uma vez que o vosso site me tem sido útil e esclarecedor todas as vezes que necessito, tomei a liberdade de pedir a vossa atenção.
Como é que é correcto dizer-se:
«Mesmo que assim não fosse», ou «mesmo se assim não fosse»?
«Metemo-nos por uma rua», ou «metemo-nos numa rua»?
«Estávamos de acordo em como as nossas misérias já nos chegam», «estávamos de acordo que as nossas nossas misérias já nos chegam», ou nenhuma está correcta?
Muito obrigado.
