Utilizado e analisado
Pensei que, por ex., utilizar fosse sempre "utilizado" e analisar "analisado", mas ao ler diversos textos observei que existe de tudo: utilisado e analizado, por ex. Estão correctas estas formas também? Há alguma regra em que eu me possa orientar? Muito obrigado pela resposta sobre este assunto!
A expressão «próximo presente»
Existe a expressão «próximo presente»? Ou apenas «próximo passado» e «próximo futuro»? Por exemplo, no dia 10 de novembro, posso usar para o dia 5 de novembro «próximo presente»? Ou isso não existe?
"A priori"
Gostaria de saber se é, ou não, correcto utilizar esta expressão, e se é esta a forma correcta de a escrever.
Procurei no dicionário on-line da Porto Editora e não encontrei.
Obrigada.
«... que os réus sejam condenados a pagar (ou a pagarem?)»
Num requerimento com o seguinte texto: «Fulano de tal... requer que os réus sejam condenados a pagar». Ou será, antes, «a pagarem»?
«Estar confiante em que»
Estimada equipa de Ciberdúvidas! Em primeiro lugar, agradeço o próprio site e a vontade persistente de melhorar a Língua Portuguesa num esforço de juntar as capacidades da Internet e os conhecimentos "académicos" do idioma. A minha dúvida é esta: 1. qual é o uso correcto ou, se há mais de um, qual será a diferença entre as variantes das regências do adjectivo "confiante" (de/em) com e sem subordinado que lhe siga?; 2. julgando pelos exemplos recolhidos de JN, DN, Público, Portugal Diário, Diário Digital e algumas outras edições, o uso do conjuntivo precedido de "confiante de/em que; que", parece, é condicionado e prende-se com a medida da probabilidade que se quer atribuir à frase. Qual então a regra básica tal qual é em português de Portugal?; 3. se as palavras da mesma raiz, ou saber, "confiar" e "confiança" se comportam da maneira semelhante quando ligadas a um subordinado? Embora tenha lido os artigos sobre "duvidar que" e "confiança em que + conj.", não me ficou tão claro o assunto que me permitisse construir a frase o mais "portuguesmente" possível o que, para os estrangeiros, obviamente apresenta uma dificuldade maior. Façam o favor de me não remeter para as Gramáticas das quais tenho bastantes, a por Cunha/Cintra inclusive, pois precisava de uma resposta ao vivo provinda de um de vossos excelentes peritos às explicações dos quais tenho repetidamente recorrido.
Concordância com «Vossa Excelência»
Diz-se «Vossa Excelência é esperta...», ou «Vossa Excelência é esperto...»?
Obrigado.
Erupção/irrupção
No dicionário da Porto Editora apresentam significados próximos com étimos diferentes. Que relação existe entre ambas? O verbo para irrupção é irromper. É o mesmo para erupção?
O uso enclítico ou proclítico do pronome o/lo
Gostaria de saber se na seguinte frase, «Se receber o cheque original após a suspensão do respetivo pagamento, não conseguirá descontá-lo», a partícula -lo está incorreta (e, se sim, porquê), se ambas as formas são possíveis, ou se deve dizer-se antes: «Se receber o cheque original após a suspensão do respetivo pagamento, não o conseguirá descontar.»
«Tapar o sol com a peneira»
Como e quando surgiu a expressão «Tapar o sol com a peneira»? Grato.
Os verbos iniciar e terminar
Na frase «... estão encerrados os trabalhos para a lista em referência, cuja vigência se inicia em 1.10.2007...», se está correcto dizer «se inicia», porque é que está incorrecto dizer «se termina»?
Muito obrigada.
