«Tantos quantos estiveram...»
Vi na gramática de Celso Cunha e Lindley Cintra que o pronome relativo quanto só se refere aos indefinidos todo (a/s) e tudo. Mas e quanto ao tanto (a/s), por exemplo: «Tantos quantos estiveram aqui hoje passarão na prova»? Afinal, o relativo quanto pode se referir a que termo anterior? Grato.
Congratular-se (com, por ou de?)
Normalmente, «congratulamo-nos com os sucessos dos outros». Mas vi escrita uma frase do tipo «Fulano, ao receber o seu primeiro ordenado, congratulou-se dos esforços daquele mês de intenso trabalho.
É incorrecto, não é?
«Ele não dá ponto sem nó»
Como se pode interpretar a expressão «Ele não dá ponto sem nó»?
Exemplo de uma oração infinitiva
Preciso de um exemplo de uma oração infinitiva e da razão por que era utilizada na prosa doutrinal portuguesa.
Islâmico vs. islamita
Saudações uma vez mais.
Gostaria de saber se ambos os termos se podem atribuir a pessoas, ou seja, funcionar como gentílicos. Embora vários dicionários remetam a palavra islamita para «que ou pessoa que segue o islamismo», já o mesmo não acontece com islâmico. Será que existe alguma analogia com as palavras judeu e judaico, em que judeu se usa mais como gentílico (embora o próprio Ciberdúvidas já tenha esclarecido também poder ser utilizado como adjectivo)?
Muito obrigado e continuação do excelente trabalho.
O género de "pen drive"
Tenho a dúvida da palavra pen drive. Qual é o género a que a palavra pertence?
Como sabem, é uma palavra inglesa, que já se interiorizou na mente dos falantes da língua portuguesa.
Costumo dizer assim para mim: «A pen drive», e não «o pen drive».
Gostaria de saber qual é o uso adequado.
Código para mudança de versos
Como devo apresentar versos, graficamente: em texto corrido?; é com separador /? E se houver mudança de linha no fim de um verso, devo colocar a / nas duas linhas, ou só no início da linha seguinte?
Dificílimo e dificilíssimo
No dicionário online lexico.pt encontrei a referência a "dificilíssimo" como superlativo absoluto sintético de difícil. Gostaria de questionar se a norma portuguesa ou mesmo a brasileira aceitam "dificilíssimo" ou apenas dificílimo?
A mesma pergunta coloco relativamente ao adjetivo fácil: facílimo ou "facilíssimo"?
Grata, desde já.
O pronome o como predicativo do sujeito e lhe como complemento do adjetivo
Gostaria de ser esclarecido quanto à função sintática das formas pronominais o e lhe em frases como as seguintes:
«Se és ecologista, eu sou-o também.»
«O assunto é-lhe indiferente.»
Nas gramáticas que consultei, a forma o é classificada como pronome pessoal acusativo/complemento direto, e a forma lhe como pronome pessoal dativo/complemento indireto. Além disso, com a implementação do Dicionário Terminológico, estas formas de pronome pessoal são utilizadas, mais do que nunca, nas fórmulas de teste das funções sintáticas complemento direto e complemento indireto.
Assim, será admissível considerar que estas são situações excecionais de uso do pronome o/a/os/as como predicativo do sujeito e de lhe/lhes como complemento do adjetivo? Ou serão utilizações consideradas incorretas?
Antecipadamente grato pela atenção.
O significado de «estar com os azeites»
Esta expressão «estar com os azeites», que pode ser entendida como «estar aborrecido», que sinónimo pode ter no mesmo registo de língua?
