Os tórax
Qual é o plural de tórax?
Com vista a
Aqui no Brasil costuma-se escrever "com vistas a", mas o gramático Napoleão Mendes de Almeida defende "com vistas em"; que pensam a respeito?
A expressão «em mão(s)»
No livro Não erre mais, de Luiz Antônio Sacconi, o autor afirma que a expressão «em mãos» não está conforme a norma culta, o correto seria «em mão», da forma como acontece em andar «a pé». Além de esta última ser precedida de preposição, o que se nos apresenta diferente da expressão «em mão», não consegui fundamentos referentes à afirmação do autor, que é um dos mais gabaritados aqui no Brasil. Alguém saberia me dizer qual o fundamento para afirmar que uma expressão está errada ou que a outra está certa? Da própria obra, não consta. Novamente, muito obrigado. O atendimento do Ciberduvidas é excelente. Reitero os elogios.
Psíquico ‘vs.’ psicológico
Quando é que se utiliza "psíquico" e quando se utiliza "psicológico"? Diz-se "características psíquicas" ou "características psicológicas"? Cumprimentos.
Time, timão, timaço
Gostaria de saber se o substantivo time flexionado em grau no aumentativo sintético seria timão ou timaço.
Aguardo retorno, obrigada.
Família: nome comum coletivo
A palavra família é um nome coletivo, ou comum?
Modificador e complemento oblíquo
Em formações diversas sobre o Dicionário Terminológico foram-me facultados alguns documentos. Num deles consta o seguinte exemplo: «O aluno pousou o livro na estante.» Consideram que «na estante» é um modificador. Noutro documento consta o exemplo: «Pousa a chávena na mesa», considerando «na mesa» um complemento oblíquo. A dúvida é se o verbo pousar (em) selecciona um complemento oblíquo.
Novo acordo. Duplas grafias, facto, factor, etc.
Acompanhando a polémica sobre o novo acordo ortográfico com bastante interesse (e com opiniões divididas sobre alguns aspectos do mesmo) gostaria de esclarecer uma dúvida sobre a questão da dupla grafia de várias palavras. Segundo o que tenho lido (e consultado, p. ex., no dicionário da Texto Editora), a grafia de palavras como facto passará a depender única e exclusivamente da sua pronúncia. Se se pronunciar o 'c', escrever-se-á 'facto' (caso de Portugal); se não se pronunciar, escrever-se-á 'fato' (caso do Brasil).
Todavia, existem palavras da mesma família de facto, como factor, factorização, etc., cujo 'c' não se pronuncia em Portugal. A minha dúvida é esta: por uma questão de coerência, considero que deveria escrever todas esssas palavras da mesma família com o 'c', mesmo quando este não fosse pronunciado. Poderei fazer isso, ou o critério fonético será o obrigatório? É de se notar que todas as palavras supracitadas admitem dupla grafia, embora não tenha ficado muito claro até agora se a dupla grafia se pode utilizar no mesmo país, ou se servirá apenas para distinguir como se escreverão as palavras pronunciadas de forma diferente em Portugal e no Brasil.
«Água é bom para a saúde»: erro de concordância?
Gostaria de saber se na frase «água é bom para a saúde», o adjetivo bom está funcionando como um advérbio, ou se ele continua como um adjetivo.
«Adaptar para...»
Surgiu-me uma dúvida em relação à preposição do verbo adaptar.
Normalmente temos presente a preposição a regida por este verbo (ex.: «adaptou-se à nova realidade»), mas é também considerada gramatical a preposição para (ex.: «eu adaptei esta toalha para este fim»)? Qual a diferença?
Gostava de saber a vossa opinião. Obrigada.
