Ainda a regência do verbo chegar
O verbo chegar pede a preposição a em «Cheguei a casa». Quais as outras preposições que rege o verbo chegar? Gostaria de um exemplo com a preposição de.
Os tórax
Qual é o plural de tórax?
A diferença entre deixis, anáfora e catáfora
Gostaria de saber as diferenças entre os fenômenos da deixis, da anáfora, e da catáfora, pois sei que são distintos mas muito mesclam a deixis com os outros dois.
A negativa de «Posso comê-lo»
Qual a forma mais adequada/correcta da negativa de «Posso comê-lo»? É «Não posso comê-lo», ou será «Não o posso comer»? Eu "simpatizo" mais com a 1.ª opção, mas tenho uma colega que insiste que só a 2.ª está correcta.
Concordo que, na forma negativa, o pronome deva ser anteposto ao verbo (Ex.: «Não o faço»; «não te lembres disso»; «não me molhes»; «não o encontro»). Porém, em caso de complexos verbais, como poder/querer e infinitivo («quero beber o sumo»; «posso ler o livro»), assim como ao substituir o complemento directo pelo pronome, ficando assim «Quero bebê-lo» e «Posso lê-lo», também me parece que na negativa deve ficar «Não posso lê-lo», em vez de «Não o posso ler», e «Não quero bebê-lo», em vez de «Não o quero beber». A anteposição do pronome é correcta e obrigatória em casos em que o núcleo do predicado é um só verbo, como nos primeiros exemplos que apresentei, todavia não considero que o pronome deva estar anteposto quando o núcleo do predicado é composto por mais que um verbo.
Regência do verbo passar
A minha dúvida encontra-se na frase «Passámos para o ponto dois da ordem de trabalhos». O verbo passar não deveria ser regido pela preposição a? Ou seja, não deveria ser «Passámos ao ponto dois da ordem de trabalhos»?
Obrigada pela disponibilidade.
Diante de
"A maneira correta é:
Diante tal razão.
Diante de tal razão.
Obrigado.
Há que, de novo
Não fiquei esclarecida com a resposta de 6/07/01 ("Há que"), pois o verbete do verbo haver no Aurélio diz:
haver 12. Haver meio de; ser possível: "E lá se vão [os bois]; não há mais contê-los ou alcançá-los." (Euclides da Cunha, Os Sertões, p. 128); "Não há entender mulheres, Sr. Aires Ruivo" (Tristão da Cunha, Histórias do Bem e do Mal, p. 79).
Neural / neuronal
Deve-se dizer redes neurais ou redes neuronais?
O adjetivo cheia
Ao resolver uma questão duma prova aferida de treino para o 4.º ano, tive dúvidas na resposta correta, uma vez que alguns alunos deram várias respostas.
Na prova, a questão vinha assim:
«Lê a seguinte frase: "A cesta vinha cheia de carapaus frescos."
Reescreve a frase, colocando o adjetivo no grau superlativo absoluto sintético.»
A maioria dos alunos identificou o frescos como sendo o adjetivo e escreveram «fresquíssimos», mas outros tantos identificaram a palavra cheia como sendo o adjetivo.
Qual é de facto a classificação morfológica da palavra cheia?
E como devia ser reescrita a frase?
Até ao / até o
Num livro que ando a ler ("George Starr e outros livros seleccionados", das Selecções do Reader's Digest, 1987) aparece muitas vezes a preposição "até" sem "a" a seguir. Por exemplo, "até aquele", "até o fim do mundo". Como se deve dizer? Como está, ou "até àquele", "até ao fim do mundo"?
