A dêixis espacial e o advérbio lá
Na frase «lá na missa onde eu estava», a palavra estava é um caso de dêixis espacial?
Se sim, porquê?
Esta é uma dúvida que está a persistir na minha turma de 11.º ano, nem a professora está a conseguir chegar lá.
Se conseguirem resolver, fico agradecida.
A expressão «universo expandido»
Tenho um universo compartilhado, englobando múltiplas criações originais minhas de história em quadrinhos (banda desenhada) e literatura.
Gostaraia de saber se devo dizer que possuo um «universo expandido» ou que é um «universo estendido».
Tem diferença entre as duas palavras? E qual delas se aplica em meu caso então?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
Particípio passado usado adjetivalmente
Por favor, considere a frase:
«Alberto é um homem marcado pela sorte.»
A palavra marcado é adjetivo ou particípio? Exerce a função de adjunto adnominal?
«Pela sorte» é agente da passiva? Ou complemento nominal?
Obrigado.
Imagem e oração relativa
Venho, por este meio, solicitar a sua ajuda na análise de uma frase de Frei Luís de Sousa.
A cena final do ato II, entre Frei Jorge e o romeiro, é a do reconhecimento, tal como acontecia na tragédia clássica. O retrato de D. João de Portugal deixa de ser apenas uma ameaça e passa a ser uma espécie de espelho do passado; ele representa quem agora está tão diferente que é necessário um gesto de identificação: quando Frei Jorge pergunta «Romeiro, romeiro, quem és tu?», o movimento de apontar para o retrato completa a palavra: «Ninguém!». Aquela simples palavra abre caminho à catástrofe. Não sendo reconhecido pela mulher com quem casou, D. João de Portugal fica limitado à imagem que um retrato fixou. REIS, Carlos, 2016. Frei Luís de Sousa. Almeida Garrett. Porto: Porto Editora (pp. 37-38) (Exercício do manual) A dúvida surgiu na identificação da função sintática de «que um retrato fixou». Sendo uma oração adjetiva relativa restritiva, desempenha a função sintática de modificador restritivo do nome. No entanto, «retrato» é um nome icónico. Haverá outra explicação? A oração não é adjetiva relativa?
O nome permacrise
Donde vem a palavra "permacrise"?
O termo aéreo
Perguntava-vos se a frase «A sua manobra preferida é o aéreo» está correta do ponto de vista da concordância.
Cumprimentos.
Oração subordinada relativa: «(os) que reviram os olhos»
Considere-se a seguinte frase:
«Toda a gente sabe que a leitura é crucial no desenvolvimento das crianças, mas a realidade do nosso país está longe de o refletir, e muitos são os que reviram os olhos quando...»
A oração «que reviram os olhos» é uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva, cujo antecedente é «os», com valor de «aqueles»?
Eis numa oração coordenada
«Apareceu-me um anúncio na internet, e eis como conheci o vosso site.»
Sobre a frase acima, peço, por favor, a resposta de algumas dúvidas:
1. Como se classifica a oração «e eis como conheci o vosso site»?
2. Qual a função sintática de «eis como»? Aparenta-me ser um adjunto adverbial.
3. Qual seria a classe gramatical de «como» nesse contexto?
Obrigado!
O uso de asiático como nome
Antes de mais, gostaria de vos felicitar pelo vosso extraordinário trabalho e pelo esforço contínuo em promover o conhecimento e o bom uso da língua portuguesa. O vosso contributo é, de facto, notável e inspirador para todos os que valorizam o rigor e a beleza da nossa língua.
Venho solicitar o vosso esclarecimento sobre a seguinte questão:
No segmento «um grande ‘asiático’ português» (texto de Pedro Mexia), como se classificam – em termos de classe e subclasse gramatical – as palavras que o compõem?
Obrigado.
Cidade com minúscula: «cidade de Nova Iorque»
Em «a cidade de Nova Iorque» (condado americano), a palavra "cidade" tem o "C" maiúsculo? Ou é minúsculo? E por quais motivos isso no caso também?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
