Oração subordinada relativa: «(os) que reviram os olhos»
Considere-se a seguinte frase:
«Toda a gente sabe que a leitura é crucial no desenvolvimento das crianças, mas a realidade do nosso país está longe de o refletir, e muitos são os que reviram os olhos quando...»
A oração «que reviram os olhos» é uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva, cujo antecedente é «os», com valor de «aqueles»?
O uso de eleição no singular e no plural
Nas notícias recentes sobre o assunto, sempre ouvi «eleições presidenciais», parecendo-me mais apropriado o uso do singular. Mas quem sou eu?!
Agradeço esclarecimento.
A expressão «o espaço da cena»
O que dizem quanto à correção desta frase?
"O espaço da cena é NO castelo."
Obrigado,
Cidade com minúscula: «cidade de Nova Iorque»
Em «a cidade de Nova Iorque» (condado americano), a palavra "cidade" tem o "C" maiúsculo? Ou é minúsculo? E por quais motivos isso no caso também?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
Nomes geográficos com classificadores: Vale de San Joaquín
A regra bem sabida de que os acidentes geográficos se escrevem atualmente com minúscula esbarra com o sentido comum de considerar que esses mesmos termos podem fazer parte do nome.
Estou a ler um texto no qual surge «Vale de San Joaquín» e «Cabo Mendocino», por exemplo: deveria ser «vale de San Joaquín» e «cabo Mendocino»?
Obrigado.
O complemento do nome elemento
Na frase «...alunos alheios a elementos fundamentais da sua identidade cultural e histórica», qual a função sintática do constituinte «da sua identidade cultural e histórica»?
Muito obrigada!
«Deste lado» vs. «neste lado»
1) Estou deste lado.
2) Estou neste lado.
Qual opção é a gramaticalmente correta e esteticamente bonita?
E por quais motivos também no caso?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
A locução «por causa de»
Pedia o vosso parecer sobre a gramaticalidade da frase abaixo:
«Sonho ser futebolista POR CAUSA DE estar a fazer uma coisa que eu gosto.»
Obrigado.
Ênclise no subjuntivo (frases optativas)
É sabido que os tempos do subjuntivo são quase invariavelmente precedidos de partículas atrativas (conjunções integrantes, condicionais ou teporais), o que impõe a próclise.
Todavia, em contextos de exclamação optativa ou em construções elípticas, seria gramaticalmente aceitável o uso da ênclise?
Por exemplo, num contexto de fala ou de escrita literária, em vez de «Oxalá o pudesse (fazer)!» ou «Quem me dera que o pudesse!», seria lícito dizer «(Eu) Pudesse-o!»? Existe algum registo histórico ou norma que autorize a ênclise no subjuntivo quando este inicia a frase sem a presença de partícula atrativa?
Obrigado.
Modificador do grupo verbal: «aceitou o convite na festa»
Na frase «Ela aceitou o convite na festa», a expressão «na festa» deve classificar-se como complemento obliquo ou modificador?
Obrigada.modificador do grupo verbal
