O uso de segundo com orações
Aproveito para reiterar o meu mais sincero agradecimento à fantástica equipa desta aplicação!
O assunto que me leva a publicar esta pergunta é alusivo ao termo segundo. Não me refiro ao adjetivo numeral, mas sim a uma possível conjunção.
A minha dúvida é se se pode empregar no sentido de uma sequência de algum evento como nestas frases:
«Segundo avançava até à porta, a mente dela apenas pensava no caso clínico do utente.»
«Segundo ingeria metade da dieta instituída, uma repentina palidez aflorou no rosto dele.»
Sei que se poderia dizer enquanto, «à medida que» ou «ao passo que», contudo, embora não saiba se se pode usar neste sentido, ou se o mesmo é correto, acho que me soa bem.
Podem elucidar-me, por favor? Obrigada!
Complementos
Tendo em conta as frases "D. Afonso Henriques lutou contra os Mouros.", "Eu acredito em milagres.", "Ele assistiu à festa." e "O filho obedece ao pai.", gostaria que determinassem a função sintáctica de "contra os Mouros", "em milagres", "à festa" e "ao pai".Já agora, se possível, far-me-iam um grande favor se determinassem a função sintáctica de "contra Romanos", na frase latina "Duces contra Romanos pugnauere.". Mais uma vez, muito obrigado.
Seminário
O que é seminário?
Meu desejo é que me envie não o maior número de notas sobre esse "tema", mas sim proposições que possam enriquecer meu trabalho de estudos independentes a nível de argumentatividade. Para que eu possa com este material, através de reflexões, apontar mudanças na instituição em que estudo. Meus agradecimentos.
A grafia de transdução
Qual a forma correta "transdução" ou "transducção"?
É caso de dupla grafia?
Desde já grato,
«Uns exclusivos 25% de desconto»
Estaria correto o uso do artigo indefinido e do adjetivo (em concordância com a percentagem “25%”) nesta frase: «Usufrua de uns exclusivos 25% de desconto»?
Agradeço, desde já, a vossa resposta.
Alegoria no Auto da Lusitânia
Na obra Auto da Lusitânia, de Gil Vicente, a abordagem do tópico acima apresentado é lógica na relação de Sol e Lisibea?
Coloco esta questão, visto que na obra não surgem grandes indicações quanto a este relacionamento.
Aliás, com a leitura da segunda parte da farsa em análise, apenas se sabe que do amor de Sol e Lisibea resulta o nascimento da belíssima jovem Lusitânia...
Agradecia um esclarecimento quanto a esta questão!
Ainda a escrita das siglas de três clubes de futebol portugueses
[A propósito da resposta A escrita das siglas de três clubes de futebol portugueses ] lamento contrariá-los, mas, o que a prática tinha consagrado durante dezenas e dezenas de anos, como se poderá comprovar na imprensa escrita existente nos respectivos jornais ou nas bibliotecas, bem como nas diversas publicações da especialidade, escrevia-se F.C. do Porto, F.C.P., como aparece na história deste clube, etc.
Poderei anexar, se desejarem, diversa documentação que atesta o que escrevi.
Em boa verdade, a ausência dos pontos é muito recente, por uma questão de preguiça, presumo.
O complemento indireto e o verbo amarrar: «amarraram uma rede aos troncos»
Fui surpreendido com a seguinte análise sintática:
Na frase «Amarraram uma rede aos troncos», o constituinte «aos troncos» é substituível por lhes e classificado de complemento indireto.
Fico na dúvida se não é complemento oblíquo.
Podiam elucidar-me sobre esta classificação?
Obrigado pelo vosso trabalho.
Sítio: na Internet como na Arqueologia
Tendo visto nas "respostas de hoje" o seguinte comentário de Amílcar Caffé: «(...) Se insistirem em sítio, nós, os brasileiros, vamos acabar trazendo para o português uma palavra como 'saite' (pronuncia-se /sáitchi/)…», gostaria de saber se o mesmo se passa quando se referem, por exemplo, a um sítio arqueológico. Por mim, continuo a pensar que, na Internet, um sítio é um conjunto de (uma ou mais) páginas.
Coimbra e a boa pronúncia em Portugal
É verdade que Coimbra, não tendo pronúncia característica, é considerada como a forma mais correta (ou de referência) de falar português em Portugal?
