DÚVIDAS

Dado + conjuntivo
Tenho percebido em textos mais antigos que se fazia uso do particípio dado (independente da partícula que) para estabelecer uma relação de condicional, ou seja, encabeçando uma oração subordinada condicional como, por exemplo , no período abaixo (cujo documento esté em " Uma notícia sobre a famosa revolta do 'Quebra Panelas' em Fordlândia – 1930", Blog do Padre Sidney Canto, 01/08/2017): «(...) que podiam, dado houvesse justo motivo, se rebelar sem usar do meio extremo de depredar(...) Assim, gostaria de um parecer dos meus amigos especialistas. É lícita tal construção? Há abono de escritores consagrados?
A origem de «dar raia»
Gostava de questionar a origem da expressão «dar raia», usada da seguinte forma. Parece-me que alteração de raio não chega. Alguma ligação ao mar/pesca? «dar raia • [Informal] Desenrolar-se com problemas; correr mal (ex.: o concurso público deu raia). Origem etimológica: alteração de raio. "dar raia"» (in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2025, https://dicionario.priberam.org/dar%20raia.) Obrigado pela atenção :)
O plural de avezinha
1. Já vi várias vezes o plural de «avezinha» escrito «avesinhas» em vez de «avezinhas», nomeadamente num poema de Alice Gomes. Será aceitável tal grafia? Porquê? 2. O plural de «colarzinho» e «florzinha» é, respectivamente, «colarezinhos» e «florezinhas», como defendem Celso Cunha e Lindley Cintra, ou «colarzinhos» e «florzinhas», como aparece noutras gramáticas, como por exemplo na de António Borregana? Serão possíveis, mais uma vez, as duas hipóteses?! Encontrei questões semelhantes no Ciberdúvidas, mas confesso que fiquei ainda mais confusa ao deparar com soluções aparentemente contraditórias para o mesmo problema! Muito obrigada!
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa